Dados sobre utilizadores deste modelo
Reino Unido
Estados Unidos da América



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Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 15.6 M
Envergadura: 10.7 M
Altura: 4.6
1 x motores Prat & Whitney F135 turbofan
Potência total: 18000 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 14700 Kg
Peso máximo/descolagem: 27300 Kg
Numero de suportes p/ armas: 4
Capacidade de carga/armamento: 5000 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1900 Km/h
Máxima(nível do mar): Não disponível
De cruzeiro: 1200 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1000 Km
Autonomia máxima / leve 1600 Km.
Altitude máxima: 18000 Metros


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Canhões / Metralhadoras
- 1 x 25mm GAU-12 (4) (Calibre: 25 )
Radares
- Northrop-Grumman/Westinghouse AN/APG-81 - tipo AESA (Alcance médio: 116Km)

Forum de discussão

O F-35B é a versão STOVL (Short Take Off And Vertical Landing), ou Descolagem em pista curta e aterragem vertical.

Este modelo do F-35 destina-se a substituir as aeronaves de descolagem vertical do tipo «Harrier» que estão ao serviço com os fuzileiros navais dos Estados Unidos. Pode também vir a substituir os Harrier ao serviço noutras marinha como a marinha britânica, marinha espanhola ou marinha da Italia. Outros países com a possibilidade de utilizar um avião com estas características também consideram a sua utilização futura como por exemplo a Austrália.

A principal diferença entre o F-35B e a versão «A» é a existência de uma helice que está ligada por um veio ao motor a jacto do avião, a qual está colocada imediatamente atrás do piloto.

Esta hélice, apoia a sustentabilidade do avião, fornecendo-lhe uma força de impulso adicional de 8 toneladas, potência que se junta à do impulso do próprio motor, que é dirigido para baixo, permitindo ao avião pairar e movimentar-se praticamente como se fosse um helicóptero.

Ao contrário do Harrier, que para efectuar decolagem vertical não podia estar carregado, o F-35 tem muito mais potência ascencional, pelo que pode ser utilizado para aterrar e decolar mesmo de pequenas pistas de pequenos porta-aviões ou navios com coberta adequada.

A turbo-hélice do F-35, também ultrapassa um dos problemas reconhecidos do Harrier, que era a possibilidade de o dois jactos da parte da frente do avião, fazerem voar detritos, que saltando, podiam ser aspirados pelas entradas do motor que estão próximas. Isto provoca uma perda súbita de potência e pode provocar a queda súbida e violenta do avião no chão, o que aconteceu várias vezes.

A capacidade de descolagem vertical, retirou ao avião capacidade para transportar combustível. A versão «B» transporta apenas 6100Kg de combustível, contra cerca de 8200Kg na versão «A».
Como resultado, a sua autonomia em torno de 1600km é também inferior à do F-35A, que se estima em 2200km



Visão frontal do F-35B, mostrando o característico desenho adequado a reduzir a assinatura-radar da aeronave.

Informação genérica:
O F-35, «Lighting-II» é o caça de 5ª geração americano, que deverá substituir tanto os F-16 como os F-18 na Força Aérea e fuzileiros navais dos Estados Unidos, bem assim como essas e outras aeronaves em serviço em vários países do mundo.

O projecto do F-35, também conhecido como JSF ou Joint Stryke fighter, implicou no seu desenvolvimento não apenas empresas dos Estados Unidos como também empresas de outros países que poderão vir a optar pelo F-35 para equipar as suas forças aéreas. Além dos Estados Unidos, estão envolvidos no projecto paises como a Holanda, Noruega, Dinamarca. Turquia, Australia, Itália, e Canadá.

O F-35, é constituido por três projetos base, cada um com a sua função específica.

F-35A: Aeronave de superioridde aérea, objectivamente destinada a substituir o F-16 e o F-18 em operação em forças aéreas do mundo. O primeiro voo ocorreu em 2007.

F-35B - Destinado a substituir as aeronaves de descolagem vertical como o Sea-Harrier, permitindo a sua utilização em porta-aviões mais pequenos onde não existe a possibilidade de utilização de uma catapulta. Ele destina-se aos fuzileiros navais americanos que vão operar a partir dos enormes navios do tipo LHA da marinha dos Estados Unidos, mas também são apelativos para marinhas como as da Espanha, Italia, e também a outras marinhas que venham a utilizar navios do tipo LHD, com coberta corrida, onde é teoricamente possível utilizar um pequeno grupo embarcado. O primeiro voo do F-35B só deverá ocorrer em 2008

F-35C - Destinado a substituir os F-18, especialmente da marinha dos Estados Unidos, por ser preparado para operação a partir de porta-aviões convencionais. Este avião utilizará uma catapulta para ser colocado no ar, ao contrário da versão F-35B que utilizará os seus próprios motores para decolar.
O F-35C deverá voou pela primeira vez em 2009.

JSF
Os três modelos da família F-35


Até ao inicio de 2007, continuava a haver dentro do Pentágono, dúvidas quanto à utilização da versão F-35B dos fuzileiros a bordo dos navios porta-aviões da marinha.




A prática recente de embarcar aeronaves dos fuzileiros navais a bordo dos porta-aviões, leva a que no futuro possam existir F-35B e F-35C a operar a partir do mesmo porta-aviões, o que tem levado a marinha dos Estados Unidos a fazer pressões para que os aviões dos «Marines» que operem a partir de porta-aviões convencionais sejam da versão F-35C, para assim garantir uma assistência uniformizada a bordo dos porta-aviões.

Custos estratosféricos
O projeto do F-35, é, em 2014, o mais caro projeto militar da história dos Estados Unidos. Ele já ultrapassou o caça F-22 «Raptor» e os custos totais do projeto poderão ficar entre 1.000 e 1.500 milhares de milhões de dólares americanos

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