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ERJ-145 RS/AGS
Vigilância do campo de batalha (Embraer)
ERJ-145 RS/AGS

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 29.9 M
Envergadura: 20 M
Altura: 6.7
2 x motores Allison AE-3307A
Potência total: 6300 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 11000 Kg
Peso máximo/descolagem: 18000 Kg
Numero de suportes p/ armas: 0
Capacidade de carga/armamento: Kg
Tripulação : 2
Passageiros: 4 a 10
Velocidade Maxima: 910 Km/h
Máxima(nível do mar): 850 Km/h
De cruzeiro: 830 Km/h
Autonomia standard /carregado : 5200 Km
Autonomia máxima / leve 7000 Km.
Altitude máxima: Não disponível


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Radares
- MacDonnel Dettwiler IRIS-SAR - Radar de abertura sintética (Alcance médio: 93Km)
Outros sistemas electrónicos
- FLIR Systems Star-Safire II/III (Sistema de vigilância electrónica)

Forum de discussão

Esta aeronave da Embraer, transporta vários tipos de sensores, e destina-se a efectuar a análise remota do solo, com o objectivo de determinar e avaliar potenciais ameaças.

Os seus sensores, permitem por exemplo detectar veículos de combate camuflados e detectar a movimentação de tropas no terreno, acompanhando o seu movimento e enviando os dados através de um sistema de Data-Link para as aeronaves de combate e ataque ao solo.






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Informação genérica:
O EMB-145, é um dos aviões comerciais de transporte com mais sucesso no mercado mundial. Ele teve uma gestação longa e passou por várias fazes até ao seu lançamento.

Exteriormente ele é muito parecido com o Embraer-120 Brasilia, um avião propulsionado por dois motores a hélice, que também teve um considerável sucesso comercial. Durante vários anos, a Embraer tentou desenvolver uma versão alongada do Embraer 120, conhecida como CBA-123, mas o projecto sofreu atrasos e acabou sendo cancelado.

Foi o boom no mercado americano da aviação comercial, que deu o empuxo final ao EMB-145, agora redesenhado e equipado com dois turbopropulsores.

As regras impostas pelos sindicatos de pilotos nos Estados Unidos destinavam-se a impedir que pequenas empresas regionais operassem aeronaves de maior porte (impedia-se assim que empresas que normalmente pagavam salários mais baixos se desenvolvessem).

A regra proibia a essas empresas a operação de aeronaves para mais de 50 passageiros, o que as limitava a aeronaves com motor a helice bastante mais lentas que os aviões a jacto.

O problema foi ultrapassado, com a encomenda por parte das transportadoras regionais americanas de grandes quantidades de jactos regionais com até 50 assentos.

O ERJ-145 estava a ser desenvolvido exactamente nesta altura e a EMBRAER aproveitou da melhor forma esta necessidade, apresentando uma aeronave que correspondia exactamente ao que o mercado norte-americano pedia na altura.

Recentemente, as regras que restingiam a operação de aeronaves até 50 assentos foram modificadas e a necessidade deste tipo de aeronave desapareceu.
Como resultado o mercado norte-americano para este tipo de aeronave foi muito reduzido, sendo a tendência agora mais favoravel a jactos entre 70 e 100 passageiros.

Na Europa porém, ainda existem rotas de baixa densidade em que este tipo de aeronave tem futuro, mas o grande numero de aeronaves que foram retiradas de serviço nos Estados Unidos secou as linhas de montagem, o que levará provavelmente ao fim de linha para o ERJ-145 como aeronave comercial.

O ERJ-145, tem vindo a ser substituido pela familia do E-170 / E-195, um avião maior e com mais capacidade, que tem uma versão capaz de transportar mais de 100 passageiros.
O grande numero de jactos que ficou disponível no mercado americano, deverá no entanto continuar a alimentar o mercado, onde a operação destas aeronaves continuar a fazer sentido, como nas rotas de médio curso e baixa densidade entre cidades da Europa.

A plataforma foi aproveitado para utilização militar, como aeronave de vigilância aérea antecipada, aeronave de pesquisa de terreno e mesmo aeronave de patrulhamento marítimo.

ERJ-135 / ERJ-140 / Legacy

A EMBRAER lançou uma versão encurtada do modelo 145, preparada para transportar 37 passageiros. O ERJ-145 é virtualmente idêntico ao ERJ-135, sendo apenas 3,5m mais curto.

Uma versão intermédia foi lançada como ERJ-140, para 44 passageiros.

A versão encurtada do ERJ-145, facilitou o desenvolvimento da linha de jactos executivos Legacy, com a qual a EMBRAER entrou no mercado de aeronaves executivas, concorrendo directamente com os jactos Citation ou Learjet.

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