Dados sobre utilizadores deste modelo
Reino Unido

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Harrier GR-1 / GR-3
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Harrier GR-1 / GR-3
Caça bombardeiro (Hawker)
Harrier GR-1 / GR-3

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 13.9 M
Envergadura: 7.7 M
Altura: 3.45
1 x motores Rolls Royce Pegasus 101
Potência total: 8550 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 5530 Kg
Peso máximo/descolagem: 11500 Kg
Numero de suportes p/ armas: 5
Capacidade de carga/armamento: 11364 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1185 Km/h
Máxima(nível do mar): 1105 Km/h
De cruzeiro: 888 Km/h
Autonomia standard /carregado : 420 Km
Autonomia máxima / leve 1900 Km.
Altitude máxima: 16667 Metros


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Forum de discussão

O Harrier GR-1 foi concebido para operar a partir de pequenas pistas não preparadas ou mesmo a partir de estradas. A função da aeronave era a de apoio aéreo próximo às forças terrestres, pelo que a sua principal vantagem, era a possibilidade de dispor da aeronave relativamente próximo dos lugares onde fosse previsível a sua utlização, podendo o Harrier descolar rapidamente e cumprir a sua missão a poucos minutos de distância.

De um ponto de vista defensivo, o Harrier também era adequado para fazer «desaparecer» as aeronaves em caso de emergência, pois eles poderia ser retirados rapidamente das suas bases e disseminados de forma oculta por uma grande área. O Harrier, poderia mesmo ser escondido numa garagem, com acesso a uma estrada, ou dentro de armazéns, com um parque de estacionamento que pudesse ser utilizado como pista de pouso.

Informação genérica:
Os aviões do tipo «Harrier», foram as primeiras aeronaves de asa fixa e descolagem vertical a entrar em operação.

Este tipo de solução começou a ser estudada desde o inicio dos anos 60 e foram efectuados vários testes durante esse periodo, os quais acabaram por ajudar a redefinir os conceitos de utilização do poder aéreo por parte da Grã Bretanha.

Os Harrier, deveriam servir como aeronaves da força aérea britânica, para função de ataque ao solo, e os primeiros Harrier colocados ao serviço serviam para esta função.

Quando a decisão da Royal Navy de cancelar os planos de desactivação da sua frota de porta-aviões, foi introduzido o conceito de cruzador de coberta-corrida, um eufemismo para designar um pequeno porta-aviões, com capacidade para operar aeronaves de descolagem vertical.

É como resultado disto, que se decide produzir uma versão do Harrier destinado à operação a partir de porta-aviões, que será conhecida como Sea-Harrier.

Aparece o Sea Harrier
O Sea-Harrier foi o resultado da análise efectuada a partir de 1972, das necessidades do piloto, no reduzido espaço de um porta-aviões. Isto levou a que o cockpit fosse mais elevado, dando muito maior visibilidade ao piloto.

O primeiro Sea-Harrier foi entregue em Janeiro de 1979. Apenas três anos depois da entrega da primeira aeronave, o avião passaria pelo seu teste de fogo, durante o conflito que opôs a Grã Bretanha e a Argentina nas Malvinas, entre Abril e Junho de 1982.

Imagem que mostra as diferenças entre o Harrier e o Sea Harrier

Depois do conflito das Malvinas, a aeronave continuou ao serviço. Além da grã bretanha, a Índia também utilizou o Sea Harrier. Países como os Estados Unidos, a Espanha e a Itália também utilizaram outras versões do avião.

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