Dados sobre utilizadores deste modelo
Reino Unido

Aeronaves do mesmo tipo ou relacionadas:

Harrier GR-1 / GR-3
Caça bombardeiro
Sea Harrier FRS.1
Avião de caça
AV-8B / GR-9 «Harrier-II»
Avião de caça

Sea Harrier FRS.1
Avião de caça (Hawker)
Sea Harrier FRS.1

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 14.5 M
Envergadura: 7.7 M
Altura: 3.71
1 x motores Rolls Royce Pegasus Mk.104
Potência total: 9725 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 5942 Kg
Peso máximo/descolagem: 11884 Kg
Numero de suportes p/ armas: 5
Capacidade de carga/armamento: 3629 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1100 Km/h
Máxima(nível do mar): 1100 Km/h
De cruzeiro: 850 Km/h
Autonomia standard /carregado : 420 Km
Autonomia máxima / leve 1900 Km.
Altitude máxima: 15545 Metros


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Foguetes / Misseis / bombas que pode utilizar
- Raytheon Systems AIM-9L Sidwinder (missil ar-ar)
- MBDA Sea Eagle (Anti-navio)

Forum de discussão

O Sea Harrier voou pela primeira vez em 1978 e as primeiras unidades foram entregues em 1979.

Trata-se de uma versão modificada do Harrier FR-3 que estava já ao serviço na força aérea da Grã Bretanha.

Entre outras modificações, o Sea-Harrier dispunha de um radar Blue Fox, considerado relativamente pouco sofisticado mas suficiente para as necessidades da altura, e um novo cockpit mais elevado, que permitia maior visibilidade por parte do piloto, pretendendo-se assim facilitar a operação do aparelho a bordo de porta-aviões.

O Sea Harrier estaria equipado com mísseis ar-ar, pelo que deveria funcionar como aeronave de defesa de esquadra, e ao mesmo tempo também poderia efectuar ataques a longa distância, podento transportar mísseis anti-navio.

Informação genérica:
Os aviões do tipo «Harrier», foram as primeiras aeronaves de asa fixa e descolagem vertical a entrar em operação.

Este tipo de solução começou a ser estudada desde o inicio dos anos 60 e foram efectuados vários testes durante esse periodo, os quais acabaram por ajudar a redefinir os conceitos de utilização do poder aéreo por parte da Grã Bretanha.

Os Harrier, deveriam servir como aeronaves da força aérea britânica, para função de ataque ao solo, e os primeiros Harrier colocados ao serviço serviam para esta função.

Quando a decisão da Royal Navy de cancelar os planos de desactivação da sua frota de porta-aviões, foi introduzido o conceito de cruzador de coberta-corrida, um eufemismo para designar um pequeno porta-aviões, com capacidade para operar aeronaves de descolagem vertical.

É como resultado disto, que se decide produzir uma versão do Harrier destinado à operação a partir de porta-aviões, que será conhecida como Sea-Harrier.

Aparece o Sea Harrier
O Sea-Harrier foi o resultado da análise efectuada a partir de 1972, das necessidades do piloto, no reduzido espaço de um porta-aviões. Isto levou a que o cockpit fosse mais elevado, dando muito maior visibilidade ao piloto.

O primeiro Sea-Harrier foi entregue em Janeiro de 1979. Apenas três anos depois da entrega da primeira aeronave, o avião passaria pelo seu teste de fogo, durante o conflito que opôs a Grã Bretanha e a Argentina nas Malvinas, entre Abril e Junho de 1982.

Imagem que mostra as diferenças entre o Harrier e o Sea Harrier

Depois do conflito das Malvinas, a aeronave continuou ao serviço. Além da grã bretanha, a Índia também utilizou o Sea Harrier. Países como os Estados Unidos, a Espanha e a Itália também utilizaram outras versões do avião.

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