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Paquistão



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Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 13.95 M
Envergadura: 7.15 M
Altura: 4.1
1 x motores Chengdu-WP7B(BM) turbojet
Potência total: 6500 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 5275 Kg
Peso máximo/descolagem: 7531 Kg
Numero de suportes p/ armas: 4
Capacidade de carga/armamento: Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 2175 Km/h
Máxima(nível do mar): Não disponível
De cruzeiro: 0 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1200 Km
Autonomia máxima / leve 1740 Km.
Altitude máxima: 11000 Metros


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Forum de discussão

O F-7M é o primeiro sucesso significativo na exportação de aeronaves de combate por parte da China e o mais conhecido de todos os J-7 chineses. Vários clientes internacionais adquiriram esta aeronave, que também entrou ao serviço da própria força aérea chinesa como J-7 II.
Embora os trabalhos iniciais tivessem começado na fábrica de Shenyang, a produção foi posteriormente concentrada na fábrica de Chengdu.

Ao contrário da versão para utilização interna, o F-7M «Airguard» está equipado com aviónicos ocidentais. A aeronave também tem algumas diferenças relativamente às dimensões e ao tipo de armamento que transporta.

A principal diferença consiste na inclusão de um radar ocidental, o Skyranger de origem britânica. O retroprojector de dados de navegação no cockpit (HUD - Head Up Display) também é de origem britânica.

O caça foi desenvolvido com a colaboração do Paquistão, que enviou pilotos de F-16 para efectuarem testes ao avião. Os resultados foram maus e os primeiros F-7 foram considerados absolutamente inferiores aos caças ocidentais como o F-16A e levaram a modificações posteriores.

O motor, é uma cópia do motor soviético Tumansky-R11.

O F-7 foi a base para várias modificações e séries, que incluiram sistemas electrónicos de origem europeia, como por exemplo radares italianos.

A versão para utilização interna do caça F-7M, é conhecida como «J-7 II» e o seu desenvolvimento começou em 1975.

O F-7 /J-7 foi igualmente adaptado para a utilização como caça com capacidade para transportar mísseis anti-navio do tipo. Essa versão foi conhecida como J-7EH.

As tentativas de colocar o F-7 Airguard em mercado estrangeiros chegaram até ao Brasil durante os anos 80, altura em que o caça foi proposto para a Força Aérea Brasileira. Entre outros problemas, o F-7 «Airguard» apresnetava a desvantagem do elevado ritmo de desgaste do motor. Ele chegou a ser oferecido com um motor de reserva adicional por cada unidade fornecida.

Informação genérica:
O MIG-21, é apenas, o caça a jacto mais fabricado no mundo. Fabricado em quatro paises, é facilmente reconhecível pela sua fuselagem cilindrica. pela sua asa em delta com cauda e pelas suas empenagens acentuadamente em flecha.

Ele substituiu na aviação soviética o bireactor MiG-19S, que foi considerado pouco satisfatório pelos soviéticos

Feito para poder interceptar o bombardeiro americano B-52 o MIG-21, foi pensado para a velocidade, devendo atingir 2.000Km/h a 20.000 metros. Veio substituir o MIG-17 e o MIG-19, que se tinham mostrado inferiores aos seus equivalentes ocidentais.

Inicialmente o MiG-21 deveria ser um avião mais sofisticado, mas as suas caracteristicas foram simplificadas, porque os generais soviéticos pretendiam ter superioridade numerica sobre o inimigo, pelo que o avião deveria ser o mais fácil de fabricar e o mais barato que fosse possível.

O primeiro voo do MiG-21 ocorreu em 1957 e as entregas começaram em 1959.

MiG-21MF
Na imagem o MiG-21F (no topo) que foi a primeira versão da aeronave. Na imagem de baixo, o MiG-21MF, a versão modernizada que começou a ser desenvolvida pouco depois e que entrou ao serviço nos anos 70.
A primeira utilização operacional do MiG-21 foi na guerra do Vietname, onde incialmente logrou alguns resultados, embora quando os caças americanos Phantom F4 começaram a ser modernizados, os MiG, mesmo com a vantagem da velocidade tenham perdido a supremacia. Mesmo assim o caça foi considerado suficientemente perigoso para justificar os programas do F-16 e do F-15.

O MiG-21 foi igualmente utilizado operacionalmente no Médio Oriente, especialmente por países árabes contra Israel. Nesse teatro ele foi considerado inferior aos caças F-4 Phantom e Mirage III de Israel.

Calcula-se que tenham sido fabricados aproximadamente 8,000 unidades pela União Soviética, tendo sido produzidos mais alguns milhares pela China. O MiG-29 ainda está em operação em vários países embora a sua operacionalidade seja baixa.

Existem programas de modernização apresentados por empresas de vários países para transformar os MiG-29. Entre estes estão as industrias aeronauticas da República Checa, de Israel e da Ucrânia.

A própria MiG-MAPO desenhou uma actualização conhecida como MiG-21-93 que tem capacidade para utilizar mísseis R-27 e R-73 de longo alcance, novo radar e até a possibilidade de instalação de um motor RD-33 igual aos do MiG-29.

Empresas de Israel desenvolveram duas modernizações do MiG-21: MiG-21 «Lancer» desenvolvido pela Elbit em cooperação com a Roménia e MiG-21-2000 da IAI, relativamente mais sofisticado.



O MiG-21 da China

A China, recebeu uma licença de produção para o MiG-21 que foi designada J-7. Esta família de aeronaves, embora tenha exactamente a mesma origem, evoluiu de forma diferente.
Os chineses utilizaram o MiG-21/J-7 para desenvolver duas outras aeronaves que se afastaram completamente do desenho base do MiG-21.

Além da China, o MiG-21 tambem foi fabricado e montado na Checoslovaquia.




Duas famílias derivadas de caças que tiveram como origem o MiG-21 foram desenvolvidas na China: Chengdu J-10A e FC-1

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