Aeronaves do mesmo tipo ou relacionadas:

Harrier GR-1 / GR-3
Caça bombardeiro
Sea Harrier FRS.1
Avião de caça
AV-8B / GR-9 «Harrier-II»
Avião de caça

AV-8B / GR-9 «Harrier-II»
Avião de caça (McDonnel-Douglas/Boeing)
AV-8B / GR-9 «Harrier-II»

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 14.12 M
Envergadura: 9.25 M
Altura: 3.55
1 x motores Rolls Royce F402-RR-408
Potência total: 10575 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 6340 Kg
Peso máximo/descolagem: 14100 Kg
Numero de suportes p/ armas: 7
Capacidade de carga/armamento: Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 0 Km/h
Máxima(nível do mar): 1070 Km/h
De cruzeiro: 0 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1100 Km
Autonomia máxima / leve 2200 Km.
Altitude máxima: Não disponível


- - -

Radares
- Raytheon Systems AN/APG-65 - Multi-modo/Pulso Dopler (Alcance médio: 136Km)

Forum de discussão

O Harrier II, fabricado sob licença nos Estados Unidos pela McDonnel Douglas, é uma versão do famoso avião de descolagem vertical concebido na Grã Bretanha no final dos anos 60.

O desenvolvimento deste tipo de aeronave, compreende-se à luz dos planos americanos do inicio dos anos 70 e dos projectos do Alm. Zumwalt para a construção de um grande numero de pequenos porta-aviões do tipo SCS (ver porta-aviões Principe de Asturias).

Estes pequenos porta-aviões eram demasiado pequenos para dispor das suas próprias catapultas e tinham disponíveis apenas três aeronaves do tipo Sea-Harrier, que era o único avião que poderia operar a partir de um porta-aviões de pequenas dimensões.

Para responder às especificações norte-americanas a aeronave sofreu várias modificações nos Estados Unidos tendo por isso sofrido uma evolução paralela aos modelos britânicos (que existiram tanto em versão para a marinha como em versão para a Força Aérea).

A aeronave voou pela primeira vez em 9 de Novembro de 1978 e foi introduzida ao serviço dos Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.

Outros países também adquiriram este avião, nomeadamente o porta-aviões espanhol Principe de Asturias, o único derivado do projecto SCS que chegou a ser construido.
A Itália também adquiriu a aeronave depois de ter resolvido questões internas sobre a operação de aeronaves de asa fixa pela marinha.

Informação genérica:
Os aviões do tipo «Harrier», foram as primeiras aeronaves de asa fixa e descolagem vertical a entrar em operação.

Este tipo de solução começou a ser estudada desde o inicio dos anos 60 e foram efectuados vários testes durante esse periodo, os quais acabaram por ajudar a redefinir os conceitos de utilização do poder aéreo por parte da Grã Bretanha.

Os Harrier, deveriam servir como aeronaves da força aérea britânica, para função de ataque ao solo, e os primeiros Harrier colocados ao serviço serviam para esta função.

Quando a decisão da Royal Navy de cancelar os planos de desactivação da sua frota de porta-aviões, foi introduzido o conceito de cruzador de coberta-corrida, um eufemismo para designar um pequeno porta-aviões, com capacidade para operar aeronaves de descolagem vertical.

É como resultado disto, que se decide produzir uma versão do Harrier destinado à operação a partir de porta-aviões, que será conhecida como Sea-Harrier.

Aparece o Sea Harrier
O Sea-Harrier foi o resultado da análise efectuada a partir de 1972, das necessidades do piloto, no reduzido espaço de um porta-aviões. Isto levou a que o cockpit fosse mais elevado, dando muito maior visibilidade ao piloto.

O primeiro Sea-Harrier foi entregue em Janeiro de 1979. Apenas três anos depois da entrega da primeira aeronave, o avião passaria pelo seu teste de fogo, durante o conflito que opôs a Grã Bretanha e a Argentina nas Malvinas, entre Abril e Junho de 1982.

Imagem que mostra as diferenças entre o Harrier e o Sea Harrier

Depois do conflito das Malvinas, a aeronave continuou ao serviço. Além da grã bretanha, a Índia também utilizou o Sea Harrier. Países como os Estados Unidos, a Espanha e a Itália também utilizaram outras versões do avião.

-

   
---