Dados sobre utilizadores deste modelo
Estados Unidos da América

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J-XX vê a luz do dia


F-22 «Raptor»
Caça de superioridade aérea (Lockeed-Boeing)
F-22 «Raptor»

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 18.92 M
Envergadura: 13.56 M
Altura: 5
2 x motores Pratt & Witney F119-100
Potência total: 31500 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 19660 Kg
Peso máximo/descolagem: 37875 Kg
Numero de suportes p/ armas: 8
Capacidade de carga/armamento: 1775 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 2180 Km/h
Máxima(nível do mar): 1480 Km/h
De cruzeiro: 1480 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1500 Km
Autonomia máxima / leve 4000 Km.
Altitude máxima: 15240 Metros


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Canhões / Metralhadoras
- 1 x 20mm M61-A1 «Vulcan» (Calibre: 20 )
Radares
- Northrop-Grumman/Westinghouse AN/APG-77 - tipo AESA (Alcance médio: 173Km)

Forum de discussão

Embora os estudos para a criação de um caça «furtivo» tivessem começado nos Estados Unidos ainda nos anos 70, só nos anos 80 o F-22 começou a ganhar forma.

Durante os anos 80 foi pedido aos principais fabricantes norte-americanos que apresentassem propostas para um caça com elevada capacidade de evasão a radares inimigos, tendo sido apresentados dois projectos. O YF-22 da Lockeed e Boeing e o YF-23 da Northrop.
O F-22 «Raptor» voou pela primeira vez em 29 de Setembro de 1990 e a escolha do modelo da Boeing/Lockeed teve lugar em Abril de 1991.

O F-22 «Raptor» é considerado o mais sofisticado avião de caça e superioridade aérea alguma vez construído. Ele é superior a todo e qualquer avião que possa cruzar os céus e não tem basicamente qualquer adversário à altura.
Num hipotético combate contra outra aeronave, pelos dados, características, armamentos e especificações conhecidos, o F-22 não tem como ser derrotado.

Ele foi inicialmente concebido para substituir os F-15 mais antigos e também para os complementar. Foi pensado para dominar os céus, como caça de superioridade aérea, quando começaram a aparecer caças soviéticos que aparentemente tinham capacidades e mobilidade superiores às dos caças norte-americanos.

Ao contrário dos caças soviéticos que deveria enfrentar, o F-22 não baseia a sua capacidade no grande número de armas que transporta e no grande poder dos seus motores, mas sim na sua autonomia, na sua manobrabilidade e acima de tudo na sua furtividade.

T-26
Uma vista inferior do F-22 que mostra o compartimento das armas. O transporte do armamento dentro do avião diminui drasticamente a assinatura nos radares inimigos, embora também reduza muito a capacidade de carga.
O F-22 é incorrectamente designado como avião invisível. Na verdade, nenhum avião é realmente invisível e o F-22 não é excepção.
Mas embora ele possa efectivamente ser visto nos radares, a sua dimensão as tácticas e técnicas secretas que podem ser utilizadas para o dissimular, podem confundir completamente os potenciais adversários.
Ele pode, com o seu radar, detectar a presença de eventuais adversários, muito antes de esses adversários o terem detectado. Os projectistas, que tiveram em mente aeronaves soviéticas como o Su-27, utilizaram a vantagem da enorme assinatura radar dos aviões soviéticos, que seguindo uma filosofia completamente diferente, cresceram em tamanho, para suportar grandes depósitos necessários para alimentar enormes motores.

Críticas
Na verdade, muitos críticos do F-22 têm feito comparações entre as suas prestações e as de outras aeronaves contemporâneas. O F-22 é em muitos casos maior, tem uma potência superior a outros aviões como o Eurofighter ou o Rafale, mas é mais lento que a maioria deles.

A maior crítica ao F-22 porém, não reside na sua velocidade e em algumas das suas prestações, que podem até ser justificadas pela sua furtividade. A maior critica está no preço de cada aeronave.
Sendo o mais sofisticado caça de superioridade aérea da história, o F-22 também é de muito longe o mais caro de todos.
Os cálculos de preços são muito variáveis mas o preço de cada F-22 gira entre os 120 e os 220 milhões de dólares americanos, consoante a forma de fazer os cálculos.

A redução da provavel ameaça, levou a que o F-22 ficasse sem rival. Sem urgência o programa acabou beneficiando de desenvolvimentos tecnológicos que foram aparecendo e isso acabou inflacionando ainda mais o custo final de cada aparelho.

Mas se o seu preço é exorbitante, também é verdade que ele já foi objecto de pedidos de fornecimento por parte de países aliados dos Estados Unidos como a Austrália e o Japão.

As autoridades dos Estados Unidos recusaram sempre sequer a discussão do tema.
Calcula-se que os Estados Unidos só autorizarão a venda do caça, quando dispuserem de uma nova arma que de forma eficaz possa substituir o F-22 como garantia de total e completo domínio dos céus.

Informação genérica:
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