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Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 12.27 M
Envergadura: 9.48 M
Altura: 4.81
2 x motores Ivchenko Progress AI-222K-25F
Potência total: 8400 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 4960 Kg
Peso máximo/descolagem: 9500 Kg
Numero de suportes p/ armas: 0
Capacidade de carga/armamento: Kg
Tripulação : 1+1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1600 Km/h
Máxima(nível do mar): 750 Km/h
De cruzeiro: 800 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1100 Km
Autonomia máxima / leve 0 Km.
Altitude máxima: 16000 Metros


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Forum de discussão

O L-15 é uma versão chinesa derivada do treinador avançado YAK-15 da Yakovlev russa e M346 da Alenia italiana.

No entanto, a especificação chinesa pedia uma aeronave com capacidade para ultrapassar a velocidade do som, o que levou à necessidade de efectuar adaptações radicais, pois o modelo russo Yak-130 não possuia essa capacidade.

O L-15 é apresentado como uma aeronave completamente nova, ainda que a sua herança seja dificil de negar.

As autoridades chinesas compararam o L-15 com o modelo JL-9 (um derivado do MiG-21). Embora o L-15 fosse muito mais moderno, os chineses optaram pelo JL-9, alegadamente por ser mais barato e a industria chinesa ter já uma grande experiência no fabrico de derivados do MiG-21.

Informação genérica:
O modelo Yak-130, cujo projecto base foi concebido ainda no tempo da União Soviética, destinou-se a substituir a frota de aeronaves de treino LET, que estavam ao serviço da aviação soviética.


O desenvolvimento do modelo coincidiu com o colapso da União Soviética e uma parceria com a italiana Alenia, apareceu como possibilidade para garantir a continuidade do projecto numa altura de futuro muito incerto para a industria aeronautica russa.


Na imagem acima, uma comparação entre o Yak-130 e o treinador supersonico L-15 chinês.

Trata-se basicamente do mesmo avião, mas como a China pretendia um caça supersonico, foi necessário adaptar-lhe motores mais potentes e também de maior dimensão.

Para isso, os técnicos russos desenharam a modificação, mas foram obrigados a afirmar que o L-15 era de facto uma aeronave chinesa. Os contratos entre a Yakovlev e a Alenia, não permitiam aos russos a cessão da tecnologia sem a autorização dos italianos.

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