Aeronaves do mesmo tipo ou relacionadas:

B-25 Roc
Caça bombardeiro
B-24 «Skua»
Avião de caça

B-24 «Skua»
Avião de caça (Blackburn)
B-24 «Skua»

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 10.8 M
Envergadura: 14.1 M
Altura: 4.3
1 x motores Bristol Perseus XII
Potência total: 905 HP/CV
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 2490 Kg
Peso máximo/descolagem: 3730 Kg
Numero de suportes p/ armas: 1
Capacidade de carga/armamento: 227 Kg
Tripulação : 1+1
Passageiros: 0 a
Velocidade Maxima: 360 Km/h
Máxima(nível do mar): 360 Km/h
De cruzeiro: 280 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1350 Km
Autonomia máxima / leve 1500 Km.
Altitude máxima: 6000 Metros


- - -

Canhões / Metralhadoras
- 1 x 7.7mm Vickers MG (1932) (Calibre: 77 ) - 4 x 7.7mm / Browning M1919 (Calibre: 7.7 )

Forum de discussão

Desenvolvido na Grã Bretanha na década de 1930, o Skua ficou obsoleto tão depressa, que já era considerado inadequado para a função quando foi aceite pela Royal Navy para operação a bordo dos porta-aviões da força.

O avião deveria combinar a função de bombardeiro de voo picado e de caça, para proteger o porta-aviões e atacar os avioes inimigos embarcados.

Ele foi o primeiro avião relativamente moderno da Royal Navy, que até aí tinha insistido em caças biplano com cobertura em tela (tecido) para reduzir drasticamente o peso e aumentar velocidade e autonomia.

O Skua tinha trem retractil, asas dobraveis, asa baixa e podia ser utilizado como bombardeiro de voo picado, um tipo de avião que a Royal Navy não possuia.

Porém, o grande desenvolvimento da aeronautica especialmente na década de 1930 tornou o Skua num avião obsoleto, ainda mais quando os porta-aviões britânicos desenvolvessem operações no mar, em áreas que estivessem dentro da área coberta por aeronaves com base em terra.

O primeiro avião de produção voou em Agosto de 1938 e todos os 190 exemplares encomendados foram entregues entre Outubro de 1938 e Março de 1940, juntando-se aos dois protótipos já construidos entretanto.

Poucos meses após o inicio das entregas, uma prova clara da obsolescência do modelo foi o lançamento pelo Japão a partir de 1939, dos novos caças japoneses A6M2 «Zero» que eram capazes de atingir 533km/h de velocidade máxima, quando o Skua atingia apenas 360km/h.

Se como caça o Skua estava irremediavelmente ultrapassado, como bombardeiro de voo picado ele ainda podia no entanto ser utilizado com alguma vantagem.

Prova disso foi a actuação dos B-24 Skua em 10 de Abril de 1940, quando partindo de bases em terra, eles conseguiram afundar o cruzador alemão Konigsberg no porto de Bergen.
As atuações seguintes foram no entanto bastante menos eficazes, com os alemães a defenderem Narvik de forma eficiente, infligindo pesadas perdas aos Skua, com a destruição de quase todos os aviões enviados em missão.

A partir de 1940 as aeronaves restantes foram colocadas em unidades de instrução ou utilizadas como rebocadores de alvos.

Informação genérica:
Desenvolvido na Grã Bretanha na década de 1930 o Blackburn Skua rapidamente se tornou obsoleto como caça e foi utilizado como bombardeiro de voo picado até ser retirado de serviço.

Paralelamente, e com base na mesma estrutura foi desenvolvido o B-25 Roc, que foi produzido não pela Blackburn (que o concebeu) mas pela Boulton.Paul, que tinha capacidade disponível.

Trata-se basicamente da mesma aeronave mas com a colocação de uma torreta, que deveria aumentar a capacidade da aeronave. O conceito acabou por não provar, já que o peso da torre tornava a aeronave ainda mais lenta que o já lento Blackburn Skua.

Tanto o B-24 Skua como o B-25 Roc foram retirados de serviço de primeira linha entre 1940 e 1941.

-

   
---