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57mm L/73 «ZIS-2 / ZIS-4»
Anti-tanque

Fabricante: Soviet State Factories
Função principal: Anti-tanque --- Calibre: 57mm
Cadência de tiro: 25 disparos p/min.Alcance máximo: 8.1Km
Comprimento: 7.03M / Largura: 0 - Altura: 1.37
Peso da munição: 3.148KgPeso do sistema: 1150Kg
Velocidade do projectil: 1020 metros/s Tripulação da peça: 0

 

Países que utilizam este sistema: União Soviética - III Reich / Alemanha -

Utilizado pelos seguintes veículos:
Carro de combate médio - T-34/57
Caça-tanques - ASU-57


Desenvolvido no inicio dos anos 40, o canhão de 57mm ZIS-2 deveria substituir os canhões de infantaria de 45mm que até então estavam ao serviço no exército da União Soviética.

Embora com uma aumento relativamente pequeno de calibre, a arma tinha uma potência bastante superior à do seu antecessor, principalmente pelo recurso a um cano especialmente longo, de 73 calibres, que imprimia ao projectil uma velocidade superior a 1000m/s.

Esta arma podia perfurar uma blindagem de 140mm a cerca de 500m de distância, o que era adequado para forças de infantaria, podendo perfurar a blindagem de qualquer tanque alemão, praticamente até ao final da guerra. O seu alto custo de produção e o deslocamento de fábricas para a Sibéria, impediram que entrasse em produção imediata.

Pela altura em que as fábricas soviéticas na Sibéria puderam entrar em funcionamento, os alemães estavam a introduzir novos tanques e a necessidade de uma nova arma levou a que voltassem a produzir o ZIS-2, com modificações de forma a reduzir o custo.

9,645 unidades foram produzidas.

A versão ZIS-4 adaptada para utilização no tanque T-34/57 não teve sucesso.
Considerou-se que a arma tinha um desgaste muito elevado para um carro de combate. Além disso, o canhão de 76mm também podia ser utilizado para apoiar a infantaria com munição de explosivo.
A munição explosiva de calibre 57mm russa foi considerada insuficiente para a tarefa, o que levou ao cancelamento da arma.

Mais tarde, os soviéticos voltarão a utilizar esta arma, para equipar as suas viaturas ligeiras ASU-57 para equipar as suas divisões aerotransportadas.
Essas versões serão adaptadas para reduzir o impacto do disparo. A sua velocidade será reduzida para 980m/s e acima de tudo será desenvolvida uma munição explosiva, que permitia a sua utilização eficaz contra infantaria. (modelos CH-51 e CH-51M mais curto).


 
   
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