Mísseis do mesmo tipo:
AIM-9A /B Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9H Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9L Sidwinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9M Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9P Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9X Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
K-13 «AA-2 Atoll»
Missil ar-ar curto/médio alcance
MIM-72-E/F
Míssil antiaéreo
MIM-72-G/J
Míssil antiaéreo

AIM-9H Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance


Fabricante: Raytheon Systems
Função principal: missil ar-ar
Alcance: 18km Velocidade: 2500km/h
Tipo de ogiva : Alto Explosivo / pre fragmentadaPeso da ogiva : 10.2Kg.
Peso total: 84KgComprimento: 2.87 M.
Diâmetro: 130mmSistema orientação: Infravermelhos

 

Aeronaves que utilizam este sistema


Esta versão do Sidewinder, caracteriza-se por já não ter circuitos com válvulas a vacuo (que foram abandonadas na versão G - que é um aperfeiçoamento da versão D).

A partir da versão G os Sidewinder passaram a ter a possibilidade de "fixar" um alvo, sem que ele estivesse alinhado com o avião lançador.

A versão 9G/H dispõe de componentes electrónicos semicondutores e o missil tem uma abertura para rastreio do alvo de 20 graus.

Os mísseis desta versão dispunham de um motor Hercules Mk.36 de combustível sólido.

Informação genérica:
Os mísseis do tipo Sidewinder tiveram origem nos Estados Unidos nos anos 50.

A primeira versão operacional foi o AIM-9A. Que ficou operacional a partir de 1956 e experimentado em combate em 1958.

O missil tem sofrido várias alterações e modernizações e continua no activo nas suas versões mais recentes como a versão M, ou a muito recente versão AIM-9X.

A versão AIM-9F, é uma adaptação e modernização europeia do AIM-9B, e muitos dos Sidewinder europeus utilizam ainda esta versão.

Também foi adaptado para a sua utilização em sistemas de defesa anti-aérea disparados a partir de veículos terrestres.



Quando em 1958 um míssil Sidewinder caiu em mão soviéticas, ele serviu de modelo para o fabrico de uma versão soviética do sistema, que resultou no K-13 (chamado AA-2 Atoll pelos países da NATO).

Ao desenvolvimento das versões soviéticas, juntou-se o desenvolvimento de versões chinesas (PL-2 a PL-5)

   
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