Mísseis do mesmo tipo:
AIM-9A /B Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9H Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9L Sidwinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9M Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9P Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
AIM-9X Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance
K-13 «AA-2 Atoll»
Missil ar-ar curto/médio alcance
MIM-72-E/F
Míssil antiaéreo
MIM-72-G/J
Míssil antiaéreo

AIM-9M Sidewinder
Missil ar-ar curto/médio alcance


Fabricante: Raytheon Systems
Função principal: missil ar-ar
Alcance: 18km Velocidade: Não disponível
Tipo de ogiva : ExplosivoPeso da ogiva : 9.4Kg.
Peso total: 86KgComprimento: 2.85 M.
Diâmetro: 130mmSistema orientação: Infravermelhos

 

Aeronaves que utilizam este sistema


Introduzida em 1983, a versão "M" é uma modernização da versão «L» e caracteriza-se pela sua maior capacidade para conseguir evitar os sistemas de contra-medidas, aumentando a capacidade do missil para identificar as fontes de calor.

Foi igualmente aumentada a capacidade para identificar um alvo a baixa altitude, conseguindo distinguir o alvo do solo.

Deflagração por expoleta de proximidade a laser.

O AIM-9, é provavelmente o mais eficaz de todos os Sidewinder, tendo-lhe sido atribuido o abate de 13 aeronaves iraquianas durante a operação Tempesdade do Deserto em 1991.

Informação genérica:
Os mísseis do tipo Sidewinder tiveram origem nos Estados Unidos nos anos 50.

A primeira versão operacional foi o AIM-9A. Que ficou operacional a partir de 1956 e experimentado em combate em 1958.

O missil tem sofrido várias alterações e modernizações e continua no activo nas suas versões mais recentes como a versão M, ou a muito recente versão AIM-9X.

A versão AIM-9F, é uma adaptação e modernização europeia do AIM-9B, e muitos dos Sidewinder europeus utilizam ainda esta versão.

Também foi adaptado para a sua utilização em sistemas de defesa anti-aérea disparados a partir de veículos terrestres.



Quando em 1958 um míssil Sidewinder caiu em mão soviéticas, ele serviu de modelo para o fabrico de uma versão soviética do sistema, que resultou no K-13 (chamado AA-2 Atoll pelos países da NATO).

Ao desenvolvimento das versões soviéticas, juntou-se o desenvolvimento de versões chinesas (PL-2 a PL-5)

   
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