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A classe Albacora é a quarta geração de submarinos na marinha portuguesa. São navios de origem francesa (classe Daphné) e foram integrados á marinha no fim dos anos sessenta.
Portugal foi o primeiro país Ibérico a ter submarinos na sua marinha e a tradição submarinista remonta a 1910, embora o 1º Tenente Fontes Pereira de Mello tenha subscrito o primeiro projecto para a operação de submarinos em 1889. A operação deste tipo de meio tem sido uma constante desde então, embora se possa também afirmar, que são um dos meios com menos visibilidade - ou não fossem submarinos - mas que essa falta de "visibilidde" também se demonstrou na prática, não sendo conhecidas muitas situações onde a sua utilização tenha tido alguma relevância.
A unica situação em que submarinos portugueses tiveram um importancia relevante para o país, foi durante a primeira guerra mundial, para patrulhar a saída do rio Tejo para o mar.
Os actuais Daphné/albacora, como grande parte dos meios da marinha portuguesa, sendo navios dos anos sessenta, está neste momento em fim de vida. A sua substituição parece estar definida, sendo a opção portuguesa pelo modelo alemão U-209, numa versão desenhada especialmente para Portugal, e que inclui varios sistemas que não estão presentes nos actuais submarinos. Foi considerada a possibilidade de a marinha portuguesa operar interinamente o submarino U-206A, da marinha alemã.
Notas:
1 - Existem planos para transformar o S166-Delfim, num museu.
2 - Capacidade de submersão até 300 metros.
| Informação genérica: | | Classe de submarinos franceses dos anos 50 e 60. Esta classe de submarinos é a primeira a ter abatido um navio de guerra numa situação de conflito depois da segunda guerra mundial. | |