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Albacora
Submarino de ataque (SSK)

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Submarino de ataque (SSK)

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Portugal
Submarino de ataque (SSK) classe
Albacora
(tipo Daphné)

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 869 Ton
Deslocamento máx. : 1043 Ton.
Tipo de propulsão: Propulsão diesel/electrica
Comprimento: 57.8 M - Largura: 6.8M
Calado: 5.2 M.
Profundidade: 300 M
Numero de tubos: 12
2 x Motor a Diesel SEMT-Pielstick 12 PA4 185 (1300cv/hp)
2 x Motor eléctrico (450KW)
2 x Alternador electrico Jeumont-Schneider 1.7MW (1.7MW)
Tripulação / Guarnição: 54 Autonomia: 5000Km a 12 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 16 nós

Torpedos
- 12 x DCN - Naval ECAN-L3 - sistema de lançamento: lançadores DaphneTT-550

Radares
- Kelvin Hughes KH-1007 (F) (Navegação - Al.med: 37Km)

Sonares
- Thomson-CSF / Thales DSUV-2 / Pesquisa activa/ataque


Forum de discussão

A classe Albacora é a quarta geração de submarinos na marinha portuguesa. São navios de origem francesa (classe Daphné) e foram integrados á marinha no fim dos anos sessenta.

Portugal foi o primeiro país Ibérico a ter submarinos na sua marinha e a tradição submarinista remonta a 1910, embora o 1º Tenente Fontes Pereira de Mello tenha subscrito o primeiro projecto para a operação de submarinos em 1889. A operação deste tipo de meio tem sido uma constante desde então, embora se possa também afirmar, que são um dos meios com menos visibilidade - ou não fossem submarinos - mas que essa falta de "visibilidde" também se demonstrou na prática, não sendo conhecidas muitas situações onde a sua utilização tenha tido alguma relevância.

A unica situação em que submarinos portugueses tiveram um importancia relevante para o país, foi durante a primeira guerra mundial, para patrulhar a saída do rio Tejo para o mar.

Os actuais Daphné/albacora, como grande parte dos meios da marinha portuguesa, sendo navios dos anos sessenta, está neste momento em fim de vida. A sua substituição parece estar definida, sendo a opção portuguesa pelo modelo alemão U-209, numa versão desenhada especialmente para Portugal, e que inclui varios sistemas que não estão presentes nos actuais submarinos. Foi considerada a possibilidade de a marinha portuguesa operar interinamente o submarino U-206A, da marinha alemã.

Notas:
1 - Existem planos para transformar o S166-Delfim, num museu.
2 - Capacidade de submersão até 300 metros.


Informação genérica:
Classe de submarinos franceses dos anos 50 e 60. Esta classe de submarinos é a primeira a ter abatido um navio de guerra numa situação de conflito depois da segunda guerra mundial.