Navios deste tipo:

Broadsword
Fragata
Boxer
Fragata
Cornwall
Fragata
Greenhalgh
Fragata
Almirante Williams
Fragata
Regele Ferdinand
Fragata

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Fragata


Brasil
Fragata classe
Greenhalgh
(tipo Type 22)
Type 22

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 3500 Ton
Deslocamento máx. : 4731 Ton.
Tipo de propulsão: COGAG - Turbina a gás e turbina a gás
Comprimento: 131.2 M - Largura: 14.8M
Calado: 6 M.
2 x Turbina a Gás Rolls Royce Tyne RM1C (9700cv/hp)
2 x Turbina a Gás Rolls Royce Olympus TM3B (54600cv/hp)
4 x Gerador electrico /Diesel (4MW)
Tripulação / Guarnição: 239 Autonomia: 8100Km a 18 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 30 nós

Canhões / armamento principal
2 x Bofors / BAE Systems 40mm /L70 Mod.1958 (1 x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12Km)
2 x Rheinmetal Defense 20mm Oerlikon/BMARC GAM-BO1 (Calibre: 20mm/Alcance: 2Km)

Misseis
Sistema de lançamento GWS-25GWS-25 Mod.0/3 «Seawolf»12 x MBDA GWS-25 Mod.0/3 «Seawolf» (Defesa de ponto)
Sistema de lançamento MM38LEXOCET MM-384 x MBDA EXOCET MM-38 (Anti-navio)

Torpedos

Radares
- BAE Systems - Naval ships Bae 910 (Director de tiro - Al.med: 0Km)
- Kelvin Hughes KH-1006 (Navegação - Al.med: Km)
- ALENIA-Marconi T-967/968 (Pesquisa aérea - Al.med: 90Km)

Sonares
- Thomson-CSF / Thales Plessey 2050 / Pesquisa activa/ataque

Outros sistemas electrónicos
- EADS Mk 36 SRBOC (Contramedidas electronicas)

Aeronaves embarcadas
- 2 x Agusta-Westland Navy Lynx HAS-8


Forum de discussão

As fragatas da classe Greenhalgh, são as quatro primeiras fragatas do tipo 22 da Royal Navy, transferidas para o Brasil em meados dos anos 90. Trata-se das fragatas HMS Broadsword, HMS Brilliant, HMS Brazen e HMS Battleaxe. Estas fragatas substituiram na marinha britânica as fragatas da classe Leander. Na sua construção, houve uma considerável influência do projecto tipo-21, do qual são originárias as fragatas Niterói. Aquando do seu projecto, e para reduzir o peso e deslocamento do navio, optou-se por não colocar nenhuma peça de artilharia, pelo que a sua artilharia mais portente são os canhões de 40mm. Esse erro foi posteriormente corrigido nas sub-classes posteriores deste mesmo tipo de navio, construidos depois da guerra das Malvinas/Falkland.

Na marinha do Brasil estes navios vieram substituir os velhos contra-torpedeiros com funções ASW, que ainda se encontravam ao serviço na marinha do Brasil.

As Greenhalgh, após o projecto ModFrag da classe Niterói, já não são os navios mais modernos da frota brasileira e a sua principal deficiência, além da já referida falta de uma peça de artilharia, é o seu sistema de defesa anti-aérea Sea-Wolf que face ás actuais ameaças, se encontra desactualizado. A marinha do Brasil, prevê igualmente a substituição dos misseis Exocet da versão MM-38, pela mais moderna versão MM-40). No entanto, com as fragatas da classe Niterói e as corvetas Inhaumá, fazem parte da mais poderosa força de escoltas da américa latina.

Embora não existam planos para a substituição destes navios, considerando a sua vida útil, devem ficar ao serviço da marinha brasileira até 2020, ano em que toda a classe já deve ter sido desactivada. Entre as várias possibilidades, está a sua substituição por navios da Royal Navy, como por exemplo as fragatas do tipo 23.

Apenas uma das fragatas tem instalados os Bofors de 40mm transferidos das fragatas Niterói

A Greenhalgh, ao contrario das restantes três unidades, está equipada com mísseis Exocet-MM40


Informação genérica:
As fragatas Type 22 ou classe Broadswoard foram as sucessoras da classe Leander. A primeira destas fragatas foi incorporada na marinha britânica em 1979 e a primeira série da classe foi constituida por quatro navios.

A principal função dos navios era a luta anti-submarina, pelo que quando foram projectados, pensou-se que não seriam necessários canhões, pelo que as Broadsword não contam com canhões de maior calibre que 20mm e o seu armamento principal é apenas constituido por mísseis anto-navio Exocet e mísseis anti-aéreos Seawolf.

Notou-se a infuência norte-americana, que também tinha construido as fragatas Perry sem pensar na necessidade de um canhão de maior calibre, que acabou por ser incluido no design, por pressão dos setores mais conservadores da marinha norte-americana.

Dois dos navios do primeiro lote das fragatas tipo 22, também conhecidos por classe «Broadsword» estiveram no Atlântico Sul em 1982.

Nos anos 90, os quatro navios foram transferidos para a Marinha do Brasil.

Type 22 «batch 2»

O lento processo de desenvolvimento e as características dos estaleiros levaram ao desenho de uma classe modificada, que ficou conhecida como lote dois (batch 2) en inglês.
Trata-se de navios de maiores dimensões, que continuaram sem um armamento principal de maior calibre.

Type 22 «batch 3»

Já depois da guerra nas Malvinas, a falta do armamento principal foi reconhecida, dando assim lugar ao lote três (batch 3).
Esse terceiro grupo de navios da classe distingue-se por possuir uma torre armada com um canhão de 114,5mm à proa.


Alguns navios do lote II foram vendidos a marinhas estrangeiras. Um foi vendido ao Chile e dois foram vendidos à Roménia.
Estes navios sofreram modificações para lhes instalar uma peça de artilharia de 76mm.

Com os planos britânicos para cortes na defesa, os quatro navios do terceiro lote foram retirados de serviço e colocados na situação de reserva, podendo ser vendidos a outras marinhas.


   
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