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Porta aviões


Estados Unidos da América
Porta aviões classe
Lexington

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 33000 Ton
Deslocamento máx. : 43400 Ton.
Tipo de propulsão: Turbina a vapor
Comprimento: 270.66 M - Largura: 259.08M
Calado: 7.35 M.
16 x Caldeiras (oleo) Yarrow ()
4 x Turbinas a vapor / electropropulsor Yarrow (180000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 1730 Autonomia: 18000Km a 10 nós - Nr. Eixos: 4 - Velocidade Máxima: 30.7 nós

Aeronaves embarcadas
- 18 x Douglas SBD-3 «Dauntless»
- 40 x Grumman F4F «Wildcat»
- 18 x Douglas TBD-1 «Devastator»


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Os dois navios da classe Lexington, foram os dois primeiros «verdadeiros» grandes porta-aviões da marinha dos Estados Unidos.

Como aconteceu com outros navios de outras marinhas, eles foram projetados como cruzadores de batalha e acabaram por ser convertidos para porta-aviões durante os anos 20 por causa das limitações determinadas pelo tratado de Washington.

Eles deslocavam 8500 toneladas a menos que o previsto para a configuração de cruzador de batalha, mantendo no entanto o mesmo tipo de motores. O resultado foram navios bastante rápidos, que atingiram ainda nos anos 20, velocidades superiores a 30 nós.
Este tipo de navios utilizava turbinas de accionamento electrico.
Os Lexington eram maiores que os grandes porta-aviões da classe Midway, mas transportavam menos aviões, resultado de terem sido construidos a partir de um projeto de cruzador de batalha.

O mais conhecido destes porta-aviões é o Lexington, conhecido na marinha americana como «Lady Lex».
O Lexington era um dos porta-aviões em manobras e 7 de Dezembro de 1941 e que por isso escapou ao ataque a Pearl Harbour.

O navio foi atingido às 11:20 da manhã de 8 de Maio de 1942 durante a batalha de Mar de Coral.

Embora pelas 13:00 o pessoal de controlo de avarias tenha conseguido recuperar a velocidade do navio até atingir 25 nós, ele foi sacudido por uma violenta explosão provocada pela ignição de vapores de gasolina acumulados.

O incêndio que se seguiu tornou-se incontrolável e por volta das 17:00 foi dada ordem para abandonar o navio, o qual foi afundado por um torpedo disparado pelo contratorpedeiro «Phelps» às 19:56.

Já o Saratoga, embora tenha participado em várias batalhas durante o conflito, sobreviveu à guerra.

O navio foi enviado de reforço de emergência para a batalha de Midway (onde chegou um dia depois) e substituiu o porta-aviões Hornet, entretanto afundado.

Em 24 de Agosto de 1942, aviões lançados do Saratoga, lograram atingir o porta-aviões ligeiro Ryujo, que teve que ser abandonado, afundando por volta das 20:00 desse dia.

Depois da guerra o Saratoga foi utilizado em testes de armas nucleares. Em 1 de Julho de 1946 sobreviveu a uma primeira experiência com uma explosão nuclear na atmosfera.
Alguns dias depois foi colocada uma carga nuclear a cerca de 370m do navio. A explosão literalmente elevou o navio fora da água, tendo-se afundado de seguida.
O Saratoga pode ser visitado por mergulhadores desportivos, encontrando-se a uma profundidade de 15m.


Informação genérica:


   
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