Navios deste tipo:

Atilay / U209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Sabalo / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Pijao / 209-1100
Submarino de ataque (SSK)
Salta / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Poseidon / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Glavkos / 209-1100
Submarino de ataque (SSK)
Cakra / 209-1300
Submarino de ataque (SSK)
Thomson / 209-1300
Submarino de ataque (SSK)
Shishumar / 209-1500
Submarino de ataque (SSK)
Tupi
Submarino de ataque (SSK)
Tikuna
Submarino de ataque (SSK)

Listar navios do tipo
Submarino de ataque (SSK)


Chile
Submarino de ataque (SSK) classe
Thomson / 209-1300
(tipo U-209)
U-209

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1260 Ton
Deslocamento máx. : 1390 Ton.
Tipo de propulsão: Propulsão diesel/electrica
Comprimento: 59.5 M - Largura: 6.2M
Calado: 5.5 M.
Profundidade: 250 M
Numero de tubos: 8
4 x Alternador electrico Piller (0)
1 x Motor eléctrico Siemens (5000cv/hp)
4 x Motor a Diesel MTU 12V 493 AZ80 GA31L (2400cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 0 Autonomia: 14500Km a 8 nós - Nr. Eixos: 1 - Velocidade Máxima: 21.5 nós

Torpedos
- 16 x AEG SUT - sistema de lançamento: lançadores U209TT

Radares
- Thomson-CSF / Thales Calypso-II (Navegação - Al.med: 0Km)

Sonares
- Atlas Elektronik GmbH CSU-3 / Pesquisa activa/passiva


Forum de discussão

Encomendados em 1980, os dois submarinos U-209 do Chile entraram ao serviço em 1984.

Os navios foram submetidos a uma modernização extensiva em 1991, num programa destinado a melhorar as qualidades de navegação do navio.

Os U-209 chilenos deverão continuar a ser modernizados, nomeadamente com o objectivo de os colocar a par com os novos submarinos franceses do tipo Scorpéne, adquiridos pela marinha chilena.

Entre as alterações que deverão ser efectuadas está a modificação dos tubos de torpedos que deverão passar a possibilitar a utilização de torpedos italianos do tipo Blackshark. As modificações nos tubos de torpedos deverão permitir aos submarinos chilenos a utilização de mísseis anti-navio.

Considera-se que provavelmente foi também alterado o sonar CSU-3, pelo CSU-90


Informação genérica:
A família de submarinos U-209 é a mais proficua de todas as classes de submarinos ocidentais construidos depois da II Guerra Mundial.

Embora a marinha da Alemanha tivesse optado por uma classe de submarinos mais pequenos e adequados para operação apenas no Báltico, os estaleiros alemães desenvolveram o submarino U-209 para o lucrativo mercado de exportação.

O U-209 é baseado no U-206, mas tem dimensões muito maiores e ao contrário daquele, tem capacidade para operar no oceano e autonomia para se deslocar a grandes distâncias.

Embora genericamente chamados de U-209 por partilharem em grande parte um conceito comum, há na realidade várias séries de submarinos U-209 que se diferenciam entre si, sendo alguns deles facilmente identificaveis externamente.

O U-209 é um submarino que pode ser configurado conforme as exigências e necessidades dos clientes e daqui resultou que todas as séries tenham diferenças entre si.

As várias séries dividem-se da seguinte forma: 1000/1100, 1200, 1300, 1400 e 1500.

Os submarinos das primeiras séries (1000, 1100, 1200) identificam-se exteriormente por terem um base da vela claramente proeminente e não integrada no casco.

A série 1300, parece ser uma série de transição, em que há navios que ainda não incorporam o novo casco e outros (caso do Chile) em que as novas características já estão incluidas.

Os navios seguintes, da série 1400 e 1500 têm linhas mais hidrodinâmicas e limpas que os seus antecessores.

Série Tupi / Tikuna
Os submarinos U-209 brasileiros dividem-se em dois grupos, partilhando no entanto grande parte das suas características.
O submarino Tikuna fazia parte de uma segunda série de submarinos que foi entretanto cancelada, ficando restringida a uma unidade. Os antigos submarinos da classe Tupi, estão a ser modificados elevando-os a um nível próximo ao Tikuna.


   
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