Navios deste tipo:

Atilay / U209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Sabalo / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Pijao / 209-1100
Submarino de ataque (SSK)
Salta / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Poseidon / 209-1200
Submarino de ataque (SSK)
Glavkos / 209-1100
Submarino de ataque (SSK)
Cakra / 209-1300
Submarino de ataque (SSK)
Thomson / 209-1300
Submarino de ataque (SSK)
Shishumar / 209-1500
Submarino de ataque (SSK)
Tupi
Submarino de ataque (SSK)
Tikuna
Submarino de ataque (SSK)

Listar navios do tipo
Submarino de ataque (SSK)


Grécia
Submarino de ataque (SSK) classe
Glavkos / 209-1100
(tipo U-209)
U-209

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1125 Ton
Deslocamento máx. : 1235 Ton.
Tipo de propulsão: Propulsão diesel/electrica
Comprimento: 54.4 M - Largura: 6.2M
Calado: 5.6 M.
Profundidade: 250 M
Numero de tubos: 8
4 x Motor a Diesel MTU 12V 493 AZ80 (2400cv/hp)
1 x Motor eléctrico Siemens (3.38MW)
4 x Alternador electrico Siemens (1.7MW)
Tripulação / Guarnição: 31 Autonomia: 11000Km a 11 nós - Nr. Eixos: 1 - Velocidade Máxima: 21.5 nós

Misseis
Sistema de lançamento U209TTHarpoon UGM 844 x Boeing Harpoon UGM 84 (Anti-navio)

Torpedos
- 16 x AEG SUT - sistema de lançamento: lançadores U209TT

Radares
- Thomson-CSF / Thales Calypso-II (Navegação - Al.med: 0Km)

Sonares
- Atlas Elektronik GmbH CSU 83/1 / Pesquisa activa/passiva
- Atlas Elektronik GmbH DSQS-21 / Pesquisa activa/passiva

Outros sistemas electrónicos
- Unisys Kanaris (UYK-44) (Sistema de gestão de dados combate)


Forum de discussão

A Grécia, foi o primeiro cliente para os submarinos do tipo U-209, adquirindo quatro unidades do modelo U209-1100, os quais foram entregues no inicio dos anos 70.

Embora relativamente pequenos os U209 gregos eram extremamente versáteis e capazes para a época, além de extremamente silenciosos para submarinos do tipo Diesel-eléctrico.

Em Maio de 1989, a marinha grega assinou um contrato de modernização para os seus quatro subkmarinos U209-1100. O contrato permitiu a modernização dos navios para um padrão que os colocou a par com os submarinos alemães modernizados, da classe U-206A. A modernização incluiu um sonar lateral, capacidade para lançar mísseis Sub-Harpoon, novo sistema de navegação Sperry Mk.29 e novo sistema de controlo de tiro da Unisys.

Os quatro submarinos da classe Glavkos, diferenciam-se assim dos seus quatro parentes mais recentes, por terem capacidade para disparar mísseis, coisa que não acontece com os submarinos da classe Poseidon, construidos posteriormente, os quais ainda não foram sujeitos a modernização.


Nota:
A Grécia colocou posteriormente uma encomenda para mais quatro submarinos. Em muitas publicações a segunda encomenda de submarinos é considerada como parte da primeira e os navios são considerados parte da classe Glavkos.

O areamilitar.net considerou que a segunda encomenda de submarinos gregos, por se tratar na realidade de submarinos do tipo U209-1200 deve ser considerada separadamente. Ver classe «Poseidon».

Com a entrada em funcionamento da classe U-214 e com a modernização dos quatro submarinos da classe Poseidon, os Glavkos deverão deixar o serviço entre 2010 e 2020.
Informação genérica:
A família de submarinos U-209 é a mais proficua de todas as classes de submarinos ocidentais construidos depois da II Guerra Mundial.

Embora a marinha da Alemanha tivesse optado por uma classe de submarinos mais pequenos e adequados para operação apenas no Báltico, os estaleiros alemães desenvolveram o submarino U-209 para o lucrativo mercado de exportação.

O U-209 é baseado no U-206, mas tem dimensões muito maiores e ao contrário daquele, tem capacidade para operar no oceano e autonomia para se deslocar a grandes distâncias.

Embora genericamente chamados de U-209 por partilharem em grande parte um conceito comum, há na realidade várias séries de submarinos U-209 que se diferenciam entre si, sendo alguns deles facilmente identificaveis externamente.

O U-209 é um submarino que pode ser configurado conforme as exigências e necessidades dos clientes e daqui resultou que todas as séries tenham diferenças entre si.

As várias séries dividem-se da seguinte forma: 1000/1100, 1200, 1300, 1400 e 1500.

Os submarinos das primeiras séries (1000, 1100, 1200) identificam-se exteriormente por terem um base da vela claramente proeminente e não integrada no casco.

A série 1300, parece ser uma série de transição, em que há navios que ainda não incorporam o novo casco e outros (caso do Chile) em que as novas características já estão incluidas.

Os navios seguintes, da série 1400 e 1500 têm linhas mais hidrodinâmicas e limpas que os seus antecessores.

Série Tupi / Tikuna
Os submarinos U-209 brasileiros dividem-se em dois grupos, partilhando no entanto grande parte das suas características.
O submarino Tikuna fazia parte de uma segunda série de submarinos que foi entretanto cancelada, ficando restringida a uma unidade. Os antigos submarinos da classe Tupi, estão a ser modificados elevando-os a um nível próximo ao Tikuna.


   
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