| Armamento básico | - 1 x 120mm L-11 (Calibre: 120mm - Alcance estimado de 0.2Km a 3Km)
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| Sistema de radar auxiliar: |
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O Chieftain foi desenvolvido desde o inicio dos anos 50 como substitudo do tanque Centurion, desehado ainda durante a II guerra mundial. O primeiro protótipo foi apresentado ainda em 1959, mas o processo de desenvolvimento e comercialização do tanque demorou muito tempo, pelo que ele começou apenas a entrar ao serviço no final dos anos 60, tendo a produção sido parada em 1978 para passar à produção de veículos mais modernos e de conceito mais recente.
O Chieftain foi desenhado segundo a velha escola britânica, ainda com influências dos conceitos pré II Guerra Mundial para um tanque de «Infantaria» extremamente pesado e blindado, abrindo mão da velocidade em favor da protecção.
Porém, com o aparecimento dos tanques Leopard-2 alemão e Abrahams M1 norte-americano, o Chieftain perdeu o título de mais pesado tanque dos países ocidentais. Tanto os veículos alemães como americanos eram mais pesados e melhor armados.
| Informação genérica: | Os carros de combate Chieftain e Challenger, sendo embora diferentes entre si, foram no entanto resultado de uma linha de desenvolvimento em que uns são base para o fabrico dos seguintes.
O Chieftain, que começou a ser estudado no final dos anos 50 foi na prática o substitudo do famoso Centurion, que foi desenhado para a II Guerra Mundial mas não chegou a ser utilizado no conflito. O grande numero de Centurion atrasou de facto o novo tanque, tendo a Grã Bretanha estudado outro tipo de tanques super-pesados como o Conqueror, no inicio dos anos 50.
Foi o falhanço do Conqueror que levou a que os britânicos desenvolvessem o Chieftain, tentando resolver parte dos problemas que tinham sido detectados.
Embora fosse um tanque muito pesado, o Chieftain estava equipado com o canhão de 120mm L11, o que o tornava no inicio dos anos 60 o mais poderoso carro de combate dos países ocidentais,equipando um tanque com um canhão de 120mm mais de dez anos antes de os restantes países da NATO o fazerem.
O Chieftain foi também exportado para vários países do médio oriente, nomeadamente para o Irão, que pretendeu efectuar mais encomendas do veículo, não o tendo feito por razões políticas.
Uma versão mais sofisticada do Chieftain foi vendida à Jordânia.
A encomenda do Irão para uma versão mais poderosa do Chieftain, resultou na prática no Challenger-I, que quando a venda ao Irão ficou comprometida, foi adquirido pelo exército britânico para substituir o Chieftain em serviço.
A última versão do Challenger, é a versão II, que foi lançada pela empresa Vickers[1] como um projecto privado para comercialização no mercado internacional.
O modelo foi entretanto escolhido pelo exército britânico em 1991 como substituto do Challenger-1
Além da Grã Bretanha apenas o Omã adquiriu este carro de combate.
[1] A Vickers comprou a Royal Ordnance em 1986. |
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