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Viatura táctica Ligeira



Veículos idênticos ou relacionados:


Marruá AM1
Viatura táctica Ligeira

Marruá AM20
Viatura táctica Ligeira

 

Marruá AM1
Viatura táctica Ligeira (Agrale)
Marruá AM1

Projeto: Agrale
Brasil
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
3.8
n/disponivel
1.92m
1.95M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
2.02t
2.52t
750Kg
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
MWM Sprint 4.07/Euro-III
140cv
128 Km/h
30 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Quatro rodas motrizes
100 Litros
1000Km
1+4
60º
45º
0.6M
0M
0.36M

Sistema de radar auxiliar:


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O Marruá é claramente inspirado no jipe Engesa-4 desenhado nos anos 80 para responder a uma exigência do exército brasileiro, quando a Ford do Brasil cancelou o jipe Willis que fabricava no país desde os anos 50.

O Marruá AM1 tem dimensões próximas ao Engesa-4, mas é bastante mais potente e mais estável que o seu antecessor, mercê de ter maior largura.
Os projectistas do Marruá tentaram assim resolver um dos problemas que era apontado ao Engesa-4, a sua falta de estabilidade, que era aliás um dos problemas que também se apontava ao jipe Willys da Ford.

O motor MWM substituiu o motor Perkins ou o motor GM que na altura equipava os veículos civis da GM Brasileira da linha Opala. Estas motorizações não atingiam os 100cv de potência.

Além da versão AM1, existe igualmente a versão longa AML, com 4.7 metros de comprimento.
Como complemento às versões AM1 e AML, que são essencialmente versões básicas militares, existe ainda o AM2, que se carateriza por dispor de capota rígida.

Para estas versões está disponível uma motorização MWM com 132cv, com prestações ligeiramente menores.

Informação genérica:
Esta série de veículos tem a sua origem nos anos 80, quando a Ford do Brasil deixou de fabricar o mítico Jipe Willys que era fabricado no país desde os anos 50.
O fim do Willys levou o exército brasileiro a procurar um substituto, o qual surgiu de um projecto da empresa brasileira Engesa e que ficou conhecido como Engesa-4.

Tratava-se de um veículo com motorização General Motors, aproveitando o motor 250S que equipava veículos da gama Opala então fabricados no Brasil. Posteriormente outras motorizações foram consideradas mas os problemas que a Engesa começou a enfrentar no inicio dos anos 90 levaram a empresa a fechar as portas.

Um grupo de antigos funcionários da empresa voltou a pegar no projecto e a construir um protótipo tendo como base o Engesa-4 com o objectivo de vender o veículo para o exército brasileiro.

Os projectos desse grupo de ex funcionários foram comprados pela empresa AGRALE que passou a fabricar o veículo.

A Agrale apresenta o Marruá em várias versões e o seu principal mercado é o mercado civil brasileiro, onde este tipo de veículo tem muita aceitação nas zonas rurais, mas onde também é comercializado como viatura de lazer.

A homologação do veículo pelas forças armadas brasileiras ocorreu durante o ano de 2008.

A gama é constituida pelos seguintes veículos:

AM1
Jipe básico com quatro lugares e capota removível

AM10
Jipe básico com chassis alongado e cinco lugares

AM10-REC
Idêntico, mas com suporte para metralhadora

AM20
Viatura de transporte, com base no chassis do AM10

AM20-AMB
Ambulância feita a partir do AM20, com s instalação de compartimento rigido

AM20-VCC
Viatura de comando e/ou comunicações que utiliza o mesmo compartimento do AM20-AMB