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Veículo médio de reconhecimento

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PzKpfw-II L «Luchs»
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Caça-tanques

 

PzKpfw-II L «Luchs»
Veículo médio de reconhecimento (MAN AG)
PzKpfw-II L «Luchs»

Projeto: MAN AG
Alemanha
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
4.63
n/disponivel
2.48m
2.21M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
10.5t
11.8t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Maybach HL62TRM 6cyl.
180cv
60 Km/h
42 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
235 Litros
290Km
4
40º
30º
0.92M
2.44M
0M

Armamento básico
- 1 x 20mm KwK Mod.30 L/55 (Calibre: 20mm - Alcance estimado de 1Km a 1Km)
- 2 x 7.92mm MG-34 L/57 «Dreyse» (Calibre: 7.92mm - Alcance estimado de 1.2Km a 1.2Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: III Reich / Alemanha
Designação Local:Luchs
Qtd: Máx:104 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
Os Luchs foram utilizados pelos alemães especialmente na frente leste, como veículos de reconhecimento, tendo dado boa conta do serviço, embora como veículos de reconhecimento eles sofressem de um problema de autonomia. Motor mais potente dava ao Luchs vantagens comparativas sobre veículos equivalentes da URSS, mas o principal perigo eram as armas anti-tanque e os carros de combate soviéticos.

Veículos de reconhecimento 8x8 de alta mobilidade como o Puma, que era mais rápido e tinha maior autonomia substituiram o Luchs como veículo de reconhecimento na fase final da guerra.


Forum de discussão

O «Luchs», foi o último carro de combate baseado na série de veículos conhecidos como Panzer-II, e ao contrário dos anteriores, que eram classificados como «Carro de Combate Blindado» ele foi classificado como carro blindado de reconhecimento, embora ele fosse na realidade o mesmo veículo.

Com a entrada ao serviço de maiores quantidades dos carros Panzer-III e Panzer-IV, muitos dos Panzer-II mais antigos, passaram a ser utilizados como veículos de reconhecimento. O Luchs destinou-se portanto a repor as perdas, embora a produção do veículo fosse mais resultado da falta de outros veículos mais adequados.

A função do «Luchs» ou Lince, era a de reconhecimento, pelo que além de uma suspensão melhorada e novas lagartas, o Luchs recebeu um motor Maybach mais potente, que permitia ao veículo atingir 60km/h de velocidade máxima, e uma elevada velocidade máxima em terreno irregular.

A produção deste veículo foi decidida ainda em 1939, e foram emcomendadas 1000 unidades, mas foram produzidos apenas uma centena entre Setembro de 1943 e Janeiro de 1944, que foram entregues à Wermacht, antes que a produção fosse cancelada, por se considerar ser prioritária a produção de veículos mais pesadamente armados.

Informação genérica:
O desenvolvimento dos veículos da família Panzer II, começou pouco depois dos primeiros protótipos do mais pequeno Panzer I terem sido produzidos.

Ele contava com uma suspensão completamente diferente e com armamento superior que constava de um canhão de 20mm e uma metralhadora co-axial.

Vários modelos de carros Panzer II e derivados estiveram ao serviço até 1945 embora não nas primeiras linhas.

Existem informações não confirmadas sobre a presença deste tipo de veículos na guerra civil de Espanha.

Os primeiros veículos do tipo Panzer-II tinham como função apoiar os carros leves do tipo Panzer-I. Eles tinham capacidade para perfurar a blindagem de outros carros de combate leves durante os anos 30.

Embora fosse o carro de combate mais importante da Alemanha durante a invasão da Polónia em 1939 e da França em 1940 - com 950 unidades ao serviço - tornou-se evidente que o Panzer II não tinha armamento suficientemente capaz para perfurar a blindagem dos tanques que entretanto tinham sido colocados em operação pela França e pela Grã Bretanha.

Além da fraqueza do armamento, o outro problema era a fraca blindagem do veículo, que oferecia protecção apenas contra armas ligeiras.

Mesmo assim, a produção continuou até 1942, altura em que se encontravam ao serviço cerca de 800 unidades. A produção deste pequeno tanque foi uma das formas de prover as forças blindadas alemãs, que tinham sido aumentadas para um total de 36 divisões blindadas.
Mas embora ao serviço, o Panzer-II já estava em funções secundárias de apoio.

Como aconteceu com outros veículos, o chassis, motor e restante mecânica do Panzer-II foram adaptados para produzir outro tipo de veículos.

Entre os veículos produzidos encontra-se o Marder-II, que consistia na colocação de um canhão anti-tanque de 75mm no casco (com deriva limitada) do veículo.

A última versão de combate do Panzer-II, conhecida como «Luchs» tinha um motor mais potente, mas era utilizado apenas como veículo de reconhecimento de alta mobilidade, encomendado no inicio da guerra, mas cancelado para libertar as linhas de produção para veículos com maior prioridade.

No total, a produção destes veículos foi a seguinte:

Protótipos e veículos de pré-produção:
- 100 unidades
Modelo A/B/C - 1113 unidades (1938-1940)
Modelo D/E - 43 unidades (1938-1941)
Modelo F - 524 unhidades (1940 - 1943)
Modelo J - 22 unidades
Modelo L - 104 unidades
Outros protótipos - 18 unidades

Versão de artilharia auto-propulsada (Wespe) - 835 unidades

Canhão de assalto pesado c/ sIG-33 - 12 unidades convertidas

Caça-tanques Marder - 576 novos + 201 convertidos