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Artilharia Auto propulsada

Veículos idênticos ou relacionados:


PzKpfw-II Ausf.C (Panzer II)
Carro de combate leve

PzKpfw II / sIG-33
Canhão de assalto

Wespe
Artilharia Auto propulsada

PzKpfw-II L «Luchs»
Veículo médio de reconhecimento

Marder-II
Caça-tanques

 

Wespe
Artilharia Auto propulsada (FAMO-Werke GmbH)
Wespe

Projeto: FAMO-Werke GmbH
Alemanha
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
4.81
n/disponivel
2.28m
2.3M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
9.5t
11t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Maybach HL62 TRM/6cyl
140cv
40 Km/h
20 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
170 Litros
220Km
5
N/disponivel
0M
0M

Armamento básico
- 1 x 105mm LeFH-18 (Calibre: 105mm - Alcance estimado de 1Km a 10.6Km)
- 1 x 7.92mm MG-34 L/57 «Dreyse» (Calibre: 7.92mm - Alcance estimado de 1.2Km a 1.2Km)
Sistema de radar auxiliar:


Forum de discussão

O Wespe, foi uma das adaptações do carro de combate Panzer-II que embora tenha deixado de servir para carro de combate principal nas linha da frente, podia ter o seu chassis utilizado como veículo de apoio para diversas funções.
Como a estrutura industrial para produzir o Panzer-II estava montada, e o chassis e conjunto motriz eram considerados confiáveis, foi decidido aproveitar a capacidade industrial instalada para produzir este veículo.

O Wespe, era um PzKpfw-II sem torre e com um obus de 105mm instalado, que funcionava para apoio de fogo para as rápidas unidades motorizadas alemãs.

No entanto, embora a viatura parece bastante equilibrada, atraiu várias críticas por parte dos militares alemães que consideravam o Wespe demasiado pequeno, com pouquíssimo espaço interno, além de o considerarem muito pouco protegido para um carro de combate que se pretendia utilizar próximo das linhas da frente.

Embora o problema do espaço não pudesse ser resolvido, foi desenvolvido um veículo também baseado no Panzer II para resolver o problema, que era destinado ao transporte de munições. Deste foram produzidos 159 exemplares. O veículo tinha a particularidade de ser construido para transporte de munições, podendo ser convertido com alguma facilidade, com a colocação do óbus sobre a superestrutura.

Esteve ao serviço desde 1943 até ao fim da guerra.

Informação genérica:
O desenvolvimento dos veículos da família Panzer II, começou pouco depois dos primeiros protótipos do mais pequeno Panzer I terem sido produzidos.

Ele contava com uma suspensão completamente diferente e com armamento superior que constava de um canhão de 20mm e uma metralhadora co-axial.

Vários modelos de carros Panzer II e derivados estiveram ao serviço até 1945 embora não nas primeiras linhas.

Existem informações não confirmadas sobre a presença deste tipo de veículos na guerra civil de Espanha.

Os primeiros veículos do tipo Panzer-II tinham como função apoiar os carros leves do tipo Panzer-I. Eles tinham capacidade para perfurar a blindagem de outros carros de combate leves durante os anos 30.

Embora fosse o carro de combate mais importante da Alemanha durante a invasão da Polónia em 1939 e da França em 1940 - com 950 unidades ao serviço - tornou-se evidente que o Panzer II não tinha armamento suficientemente capaz para perfurar a blindagem dos tanques que entretanto tinham sido colocados em operação pela França e pela Grã Bretanha.

Além da fraqueza do armamento, o outro problema era a fraca blindagem do veículo, que oferecia protecção apenas contra armas ligeiras.

Mesmo assim, a produção continuou até 1942, altura em que se encontravam ao serviço cerca de 800 unidades. A produção deste pequeno tanque foi uma das formas de prover as forças blindadas alemãs, que tinham sido aumentadas para um total de 36 divisões blindadas.
Mas embora ao serviço, o Panzer-II já estava em funções secundárias de apoio.

Como aconteceu com outros veículos, o chassis, motor e restante mecânica do Panzer-II foram adaptados para produzir outro tipo de veículos.

Entre os veículos produzidos encontra-se o Marder-II, que consistia na colocação de um canhão anti-tanque de 75mm no casco (com deriva limitada) do veículo.

A última versão de combate do Panzer-II, conhecida como «Luchs» tinha um motor mais potente, mas era utilizado apenas como veículo de reconhecimento de alta mobilidade, encomendado no inicio da guerra, mas cancelado para libertar as linhas de produção para veículos com maior prioridade.

No total, a produção destes veículos foi a seguinte:

Protótipos e veículos de pré-produção:
- 100 unidades
Modelo A/B/C - 1113 unidades (1938-1940)
Modelo D/E - 43 unidades (1938-1941)
Modelo F - 524 unhidades (1940 - 1943)
Modelo J - 22 unidades
Modelo L - 104 unidades
Outros protótipos - 18 unidades

Versão de artilharia auto-propulsada (Wespe) - 835 unidades

Canhão de assalto pesado c/ sIG-33 - 12 unidades convertidas

Caça-tanques Marder - 576 novos + 201 convertidos