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Carro de combate médio

 

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Operação Michael: A última ofensiva

A7V «SturmPanzer Wagen»
Carro de combate médio (Daimler-Benz)
A7V «SturmPanzer Wagen»

Projeto: Daimler-Benz
Alemanha
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
8
n/disponivel
3.06m
3.3M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
31t
33.5t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
2 x Daimler Benz
200cv
13 Km/h
5 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
35Km
18/20
10º
15º
N/disponivel
0.15M
0.1M

Sistema de radar auxiliar:

País: Império Alemão
Designação Local:SturmPanzer A7V
Qtd: Máx:20 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
Dos 20 A7V produzidos, quinze deles foram enviados para participar na grande ofensiva alemã, que ocorreu na Primavera de 1918. Nessa ofensiva, constituida por quatro grandes operações, a primeira ficou conhecida como ofensiva «Michael» e foi aí que os A7V foram utilizados.

A ofensiva foi rápida e baseou-se nas tropas de assalto e de elite do exército imperial alemão e rapidamente se tornou evidente que o A7V não tinha capacidade para acompanhar o avanço das tropas. Ele esteve na cidade de S.Quentin de nde partiu o ataque em 21 de Março de 1918.

Mais tarde, em 24 de Abril desse mesmo ano, já depois da batalha de a Lys, os A7V estiveram envolvidos noprimeiro recontro da guerra com tanques inimigos.

Um A7V destruiu um tanque Whippet britânico e fez recuar carros pesados Mk.IV «femea» equipados apenas com metralhadoras. Entretanto, o único A7V que tinha entrado em combate foi atingido pelo canhão de um tanque Mk.IV «macho». A tripulação abandonou o veículo e juntou-se ao combate como infantaria.


Forum de discussão

Os alemães não pareceram convencidos das vantagens dos tanques, dada a pouca eficiência destes, demonstrada em 1916, mas mesmo assim não deixaram de preparar uma resposta.
A resposta dos alemães, começou com a constituição de um grupo de trabalho, chamado A7V (nome que seria adoptado para o veículo).

O A7V, foi no entanto um veículo desenvolvido à pressa e sem uma visão clara sobre a sua utilização no campo de batalha.
Ele seguiu a linha de desenho dos veículos blindados britânicos que começaram a aparecer nos campos de batalha em 1916, mas sofria de problemas complicados que o tornavam dificil de operar.

O principal problema era a distância do veículo ao solo, que era de apenas 4 cm. O veículo praticamente tocava o chão e só podia andar eficientemente em estrada embora estivesse provido de lagartas.
Os alemães equiparam o veículo a que deram o nome de carro de assalto blindado, com um canhão de origem russa de calibre 57mm.

Veículo de combate de infantaria
O A7V apresentava relativamente aos veículos britânicos uma vantagem.
Ele podia transportar um grupo de combate de até 12 homens, equipados com as suas armas pessoas e uma metralhadora, o que lhe permitia passar as linhas inimigas e «despejar» a infantaria atás do imigo.
Por estas razões, o A7V, é provavelmente o primeiro VCI (veículo de combate de infantaria) da história militar moderna, e não um tanque, pelo menos no sentido que posteriormente se passou a dar à palavra,

O exército imperial alemão aceitou rapidamente o projecto e encomendou um total de 100 unidades em 1917, mas a industria alemã não teve capacidade para responder aos pedidos e apenas 20 unidades foram produzidas.

Outro dos problemas era a largura e comprimento total das lagartas , que eram demasiado pequenos para o tamanho e peso do veículo, o que contribuia ainda mais para o seu fraco desempenho.

A sua principal vantagem, era a sua superior blindagem, pois o A7V tinha uma blindagem que em alguns pontos atingia os 30mm, contra uma blindagem máxima de 12 ou 14mm nos seus congéneres britânicos.



Informação genérica:
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