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Carro de combate leve

Veículos idênticos ou relacionados:


M11/39
Carro de combate leve

Semovente M41 75/18
Canhão de assalto

M-14/41
Carro de combate leve

M-41M
Caça-tanques

 

M-14/41
Carro de combate leve (Ansaldo)
M-14/41

Projeto: Ansaldo
Italia
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
4.91
n/disponivel
2.28m
2.37M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
12.5t
14t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Fiat 15T-V8
145cv
32 Km/h
12 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
200Km
4
N/disponivel
0M
0M

Armamento básico
- 1 x 47mm L/32 M38 (IT) (Calibre: 47mm - Alcance estimado de 0.1Km a 0.9Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: Italia
Designação Local:M-14/41
Qtd: Máx:1682 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
Dos cerca de 1700 tanques médios M-13/14/15 a maioria foram da série M-14/41. Eles foram essencialmente utilizados pelos italianos no teatro de operações africano.

O armamento de 47mm ainda que fosse eficiente contra veículos ligeiros, mostrou ser inadequado quando teve que enftentar veículos pesados britânicos como o Matilda-II. Nestes casos os italianos precisavam de aproximar os seus tanques a distâncias demasiado perigosas, para colocar fora de combate os carros britânicos o que era normalmente fatal.

Os M-13/40 iniciais também sofreram de problemas mecânicos principalmente provocados pela areia do deserto que afectava os filtros do motor. As avarias mecânicas e os avanços e recuos tão típicos da guerra no deserto levaram a que muitos destes tanques fossem perdidos e recuperados pelos aliados, nomeadamente pelas tropas australianas que os utilizaram. O M-13/40 era considerado sub-motorizado, pois a sua velocidade a subir uma duna ou elevação no deserto era muito reduzida tornando o tanque um alvo fácil. Por esta razão o M-14/41 recebeu um motor mais potente.

Os primeiros M-13/40 que foram empregues no Norte de África, foram todos perdidos aquando da primeira operação de contra-ataque italiana. A debil protecção do tanque foi considerada a sua principal deficiência. O perfil balistico das chamas de metal era mau.
À falta de melhor, na fase final da guerra no deserto, também os alemães utilizaram os veículos italianos. Muitos deles foram requisitados pelos alemães e utilizados durante a campanha na Itália, após a rendição daquele pís do Eixo.


Forum de discussão

O M-14/41 foi o mais numeroso dos quatro modelos de tanque leve da série M-M11/39, M13/40, M14/41 e M15/42 produzidos pela Itália. O seu desenvolvimento foi resultado das más prestações mecânicas e dos problemas com o motor apresentados pelo modelo anterior M-11/39.

O M-14/41 era basicamente idêntico ao M-13/40, sendo a mais importante modificação a substituição do motor de 125cv, por um novo motor Fiat com a potência aumentada para 145cv.
O novo veículo começou a ser produzido no final de 1941 e em 1942 foi entregue ao exército italiano , e colocado ao serviço de cinco batalhões blindados italianos no norte de África, mantendo-se um batalhão equipado com estes veículos na Sardenha.

A viatura estava equipada com o eficiente canhão austriaco Bohler de 47mm. Esta arma era precisa mas acima de tudo tinha capacidade para utilizar munição perfurante como munição explosiva.
O Boheler de 47mm podia disparar uma carga de alto explosivo até 3500m de distância, o que era exepcional para uma arma deste calibre.
Mas como os italianos previam a sua utilização como arma anti-carro, a mira estava graduada apenas até 1200m.

Informação genérica:
Durante a II Guerra Mundial, o principal carro de combate italiano foi tanque médio M-13, que derivou na série M-14 (a mais fabricada) e M-15.

M11/39 - Canhão de assalto

A primeira viatura do tipo foi no entanto o M11/39 o qual tinha uma configuração bastante diferente. Ele não podia ser considerado um carro de combate médio (tanque) mas sim um canhão de assalto. Ele estava armado com uma peça de 37mm alojada no casco e com uma torreta armada apenas de metralhadoras.
O conceito não provou e foi abandonado.

Ainda assim, foi com base no M11/39 que toda a família de viaturas deste tipo foi concebida.

M-13/40 Foi o primeiro destes veículos com a configuração de tanque tradicional, com a arma principal numa torre. Ele foi resultado do falhanço do tanque/canhão de assalto M-11/39.

O M-14/41, foi o substituto do M-13/40, mas tratava-se basicamente do mesmo tanque, com o mesmo armamento, mas com um motor ligeiramente mais potente (145cv) e com modificações nos filtros de ar do motor, poiso os primeiros modelos tinham apresentado muitos problemas mecânicos por causa da areia do deserto.

O M-15/42 foi o último veículo da família. Ele também estava armado com o canhão de 47mm, mas neste caso com cano mais longo (40 calibres.)
Também tinha o casco ligeiramente mais longo e um motor mais potente com 192cv, que permitia ao veículo atingir 40km/h em estrada.

Existem informações dissonantes sobre o numero de veículos produzidos. Aparentemente são divulgados numeros para os chassis e para os veículos terminados.

M-11/39 : 100 unidades
M-13/40: 799 unidades (710 como tanques médios, 235 produzidos em 1940 e 475 em 1941)
M-14/41: 1103 unidades (752 como tanques médios, 376 entregues em 1941 e 376 em 1942)
M-15/42: 90 unidades a 220 unidades, consoante as fontes.

O caça-tanques M.41M foi uma derivação que utilizou o chassis do tanque leve M-14/41 como base, e foi armado com um canhão anti-aéreo de 90mm de fabrico italiano.
Foram produzidas 48 unidades.

Canhão de assalto

Outra versão desta viatura foi o veículo de assalto conhecido como «Semovente». Tratava-se de um equivalente ao canhão de assalto alemão StuG-III, também equipado com uma peça principal de 75mm instalado no casco e com deriva reduzida.