Dados sobre países utilizadores:


Listar veículos do tipo
Viatura táctica média

Veículos idênticos ou relacionados:


RG-32M
Viatura táctica média

RG-31 Mk.3 «Nyala»
Viatura táctica média

RG-31 Mk-5
Viatura táctica média

RG-33
Viatura táctica pesada

RG-33L
Viatura táctica pesada

RG-35
Viatura táctica média

RG-41
Veículo de Combate de Infantaria

 

RG-31 Mk-5
Viatura táctica média (General Dynamics)
RG-31 Mk-5

Projeto: General Dynamics
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
6.6
n/disponivel
2.48m
2.72M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
10.4t
14.1t
3660Kg
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Cummins QSB 6.7L
275cv
115 Km/h
50 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Quatro rodas motrizes
210 Litros
800Km
2+6
60º
30º
N/disponivel
0M
0.4M

Sistema de radar auxiliar:


Forum de discussão

O RG-31 Mk-5 é derivado do veículo RG-31 «Nyala» fabricado pela BAE Systems South Africa.
O Mk-5 é maior e mais pesado que o Mk-3 fabricado na África do Sul e é construido pela General Dynamics Land Systems em cooperação com a BAE Systems.
O RG-31 Mk-5 foi adquirido por vários países ocidentais para operação no Afeganistão e em outros cenários de guerra assimétrica.

O veículo pode ser transportado em aeronaves do tipo C-130.

Informação genérica:
A família de veículos RG-31/33 tem origem na África do Sul e nos estudos levados a cabo pela empresa Reumech posteriormente OMC, numa altura em que a principal preocupação das autoridades militares da África do Sul eram os problemas com a SWAPO no norte da Namíbia e os ataques que efectuava, desde as suas bases no sul de Angola.

A principal característica dos veículos deste tipo, é a incorporação de um casco com uma configuração em «V», mais ou menos pronunciado consoante o veículo, a qual é considerada a melhor forma de deflectir a energia de uma explosão de minas anti-pessoal e mesmo de minas anti-carro.

Os veículos são fabricados na África do Sul e também no Canadá pela General Dynamics Land Systems.

A experiência do fabricante sul africano foi aproveitada pela BAE Systems, quando surgiu a necessidade de viaturas blindadas adaptadas para as operações no Iraque e posteriormente no Afeganistão.

Respondendo às especificações MRAP norte-americanas os veículos deste tipo foram vendidos em quantdades consideraveis para as forças armadas de vários dos países que colocaram forças militares naqueles países.

Tendo como base o sucesso destas viaturas, a BAE Systems, apresentou veículos complementares, que juntam as características da viatura desenhada para operações de policiamento em regiões minadas, com as características de viaturas de combate mais convencionais.

RG35

Em 2009 foi apresentada uma viatura designada RG-35, a qual pretende ser um hibrido entre viatura anti-minas e viatura blindada de transporte de pessoal.

RG-41

Em 2010 foi apresentado o que poderá ser o culminar desta linhagem de viaturas, já não lembra em praticamente nada a linha de viaturas blindadas anti-minas da BAE Systems da Áfirca do Sul. É uma viatura 8x8, com o qual foi tido o mesmo cuidado com a protecção contra minas.

STANAG-II
Este veículo tem ou pode ter protecção de blindagem compatível com a especificação STANAG-4569 Nível 2
A especificação STANAG-2 implica protecção contra a seguintes ameaças:
-Capacidade para resistir a um disparo de espingarda/rifle do tipo AK-47 utilizando munição calibre 7.62x39API[a] a uma distância superior a 30 metros, considerando uma velocidade do projectil de 695m/s (disparo de qualquer ângulo e elevação inferior a 30º).
-Capacidade para resistir a disparo de canhão de calibre 20mm a 120 metros , com velocidade do projectil de 630m/s (disparo de qualquer ângulo e com elevação de 0 a 22º)


7.62x39API - Munição especialmente desenhada para perfurar blindagem