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Artilharia Auto propulsada

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M-3 «Medium»
Carro de combate médio

M-3 «Grant»
Carro de combate médio

M-7 Priest
Artilharia Auto propulsada

 

M-7 Priest
Artilharia Auto propulsada (US Naval Gun Factory)
M-7 Priest

Projeto: US Naval Gun Factory
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
5.64
n/disponivel
2.72m
3.12M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
20.5t
23t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Continental R-975-EC2 (radial)
340cv
42 Km/h
20 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
193Km
6
50º
30º
1.02M
1.91M
0.61M

Armamento básico
- 1 x 105mm M1/M101 (Calibre: 105mm - Alcance estimado de 10Km a 11.3Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: Estados Unidos da América
Designação Local:M-7 Priest
Qtd: Máx:7500 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
O exército americano começou a adoptar rapidamente os conceitos de mobilidade que aprendeu com a guerra na França em 1940 e a artilharia autopropulsada passou a fazer parte das divisões blindadas norte-americanas.


Forum de discussão

Baseado no chassis do M-3 Grant o M-7 Priest foi uma adaptação resultado dos estudos que foram feitos nos Estados Unidos sobre a mobilidade da artilharia durante a invasão da França em 1940.

Os americanos foram dos primeiros a entender as vantagens dos grandes exércitos motorizados e acima de tudo da motorização da artilharia e rapidamente estudaram não só um novo tanque (M-3 Grant) como um seu derivado sem torre e canhão de casco, armado com uma peça de artilharia de 105mm.

Inicialmente os primeiros interessados no veículo foram os britânicos, mas estes pretendiam que o M-7 fosse adaptado para as suas necessidades, dado a artilharia britânica utilizar calibres menores para apoio (88mm em vez de 105mm). Os norte-americanos iniciaram os estudos para produzir esse modelo (projecto T32) mas os resultados não foram satisfatórios.
Os britânicos acabaram por incorporar o «Priest» tendo desenvolvido um outro sistema similar que viria a resultar no «Sexton», fabricado no Canadá e que utilizava armamento britânico.

As necessidades britânicas da guerra não poderiam no entanto ser supridas pela industria do Canadá, e por isso a utilização do M-7 continuou no exército britânico e foram utilizados operacionalmente muito mais «Priest» que «Sexton».

Informação genérica:
A designação dos veículos da familia de carros de combate M-3 «Lee» ou «Grant» pode levar a confusões com o carro de combate leve de origem norte-americana também designado M-3 «Stuart».

Na verdade os veículos possuem origens comuns e os M-3 «Lee» definitivos acabaram por ser o resultado das análises norte-americanas do conflito europeu na sua primeira fase, que correspondeu à invasão da Polónia e da França.

Os americanos analisaram cuidadosamente a primeira fase da guerra pare organizarem as suas forças armadas.

Por uma lado, o sucesso do Blitzkrieg alemão, levou os Estados Unidos a opter definitivamente pela criação de forças blindadas de grande mobilidade.

Por outro concluiram que os canhões de 37mm que durante os anos 30 tinham sido considerados suficientes para as necessidades tinham-se mostrado de pouca utilidade na fase incial do conflito.

Como a arma anti-tanque padrão do exército americano era o canhão de 37mm que era na realidade um derivado do modelo alemão, foi decidido que o tanque M-2 em estudo que era previsto utilizar aquela arma deveria ser rapidamente redesenhado.

O resultado do redesenho do M-2, foi o M-3 «Lee», que é mais comprido, mais alto e se caracteriza pela adição de um canhão de 75mm no casco, com deriva limitada.

Foram construidos um total de 6.258 unidades do tanque médio M3 entre Agosto de 1942 e Dezembro de 1943.


Nota: Com base neste veículo, também foi desenvolvido no Canadá um carro de combate médio que ficou conhecido como RAM. O RAM também foi produzido em várias derivações.