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Carro de combate pesado



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Carro de combate pesado (Hyundai)
Type-88 K1

Projeto: Hyundai
Coreia do Sul
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
7.477
9.67m
3.59m
2.248M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
48t
51.1t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
MTU-871
1200cv
65 Km/h
40 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
437Km
4
60º
30º
1.2M
2.74M
1M

Armamento básico
- 1 x 105mm M68 (Calibre: 105mm - Alcance estimado de 4.4Km a 4.4Km)
Sistema de radar auxiliar:


Forum de discussão

O modelo Type-88/K1A1 da Hyundai foi desenvolvido pela General Dynamics, quase conjuntamente com o M1A1 Abrams norte-americano. As parecenças entre os dois veículos são aliás bastante evidentes, nomeadamente no desenho da torre.

Por uma questão logística, e porque a Coreia do Sul contava na suas fileiras com centenas de carros de combate M-48A5 modernizados, que estavam armados com o canhão de 105mm L7, o K1 também foi equipado com aquela arma, a qual além do mais era igual à do carro de combate norte-americano Abrams.

A entrada ao serviço do K1, voltou a dar ao exército da Coreia do Sul a vantagem tecnologica sobre a Coreia do Norte, vantagem que mantém até hoje.

A opção pelo calibre 120 no entanto, também chegou às forças armadas da Coreia do Sul, que conceberam o veículo seguinte «K1A1» com esse tipo de armamento.

Informação genérica:
Durante os anos 70 a Coreia do Sul estava equipada com grandes quantidades de carros de combate M-47 e M-48 armados com canhões de 90mm.

A partir de 1971, a vizinha Coreia do Norte, apoiada pela China e pela União Soviética, começou a receber carros de combate T-62, que embora não fossem os mais sofisticados veículos do bloco comunista (tinham começado a ser substituidos pelos T-72) eram mesmo assim, uma ameaça qualitativa.
Armados com canhões de 115mm «Rapira» os T-62 eram superiores aos M-47 e M-48A2 da Coreia do Sul armados com canhão de 90mm.
A Coreia do Norte recebeu um primeiro lote de 350 tanques entre 1971 e 1975, que foram reforçados com um segundo lote de 150, recebidos entre 1976 e 1978 e por um terceiro lote que foi negociado em 1976 e que foi fornecido entre 1980 e 1989 que atingiu 470 unidades. O parque de carros T-62 da Coreia do Norte, elevou-se a 970 exemplares.

A recepção destes carros de combate levou a Coreia do Sul a considerar a necessidade de uma reação rápida, que inicialmente passou pela aquisição de carros de combate M-60. No entanto, repidamente se concluiu que os M-60 mais antigos não eram claramente superiores aos T-62, e não havia numero suficiente de carros M-60A3 (a última versão deste carro de combate) para fornecer ao exército.

É desta necessidade que surge a especificação sul-coreana, que foi estudada pela General Dynamica, tendo apresentado o projecto do K1.

Embora baseado claramente no Abrams norte-americano, o sistema motriz era de origem alemã, porque os sul coreanos rejeitaram o motor a turbina do tanque americano.

A primeira versão do K1 utilizava ainda o armamento de 105mm que se tinha tornado em padrão no exército da Coreia do Sul.

Mais tarde já nos anos 90, foi desenhado um novo veículo utilizando uma arma de calibre 120, que se tinha tornado standard também no exército norte-americano.

A mais recente derivação do veículo é conhecida como Black Panther e para já é apenas um projecto, do qual foram fabricadas cerca de duas dezenas de modelos.
É um veículo que também está em estudo para aprovação por outras forças armadas.