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Carro de combate leve

 

M551 Sheridan
Carro de combate leve (General Motors)
M551 Sheridan

Projeto: General Motors
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
6.299
n/disponivel
2.819m
2.946M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
13.5t
15.83t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Detroit Diesel 6V53T
300cv
70 Km/h
20 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
600Km
4
60º
Anfíbio
2.54M
0.838M

Armamento básico
- 1 x 152mm M81 (Calibre: 152mm - Alcance estimado de 0.8Km a 2Km)
Misseis / foguetes de artilharia
Sistema de radar auxiliar:

País: Estados Unidos da América
Designação Local:Sheridan
Qtd: Máx:0 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
O Sheridan foi enviado pela primeira vez para o Vietname en Janeiro de 1969 onde substituiu viaturas M48-A3.
Logo em 29 de Janeiro, o Sheridan mostrou as suas qualidades como equipamento adequado para combate contra infantaria, quando utilizando munição anti-pessoal do tipo M625 «bee-hive».

A munição HEAT mostrou ter capacidade devastadora contra edificios e fortificações.

Em 15 de Fevereiro de 1969, seis semanas após a chegada dos Sheridan, o primeiro foi destruido quando pisou uma mina. O condutor do veículo morreu e ocorreu a explosão das munições que se encontravam no interior da viatura. A utilização de placas anti-minas protegeu o veículo, pelo que nunca mais ocorreu a perda total da viatura nos casos seguintes.

No entanto, o principal problema dos Sheridan no Vietname acabaram por ser as granada-foguete do tipo RPG-2 e RPG-7.
O elevado grau de automatização e de componentes electrónicos, levaram a que o Sheridan sofresse com muitos problemas de manutenção durante a guerra do Vietname.


Forum de discussão

Em Agosto de 1959, já a guerra da Coreia tinha terminado havia alguns anos, o exército norte-americano apresentou uma especificação para uma nova viatura blindada com características e qualidades que o colocariam em superioridade perante qualquer adversário.
O seu armamento deveria permitir superiorizar-se a qualquer potencial inimigo, deveria ter capacidade para ser aerotransportado e teria que ser anfíbio.

Das várias propostas apresentadas para corresponder à especificação, foi escolhida a da Allison, uma divisão da General Motors, e o seu veículo ARAAV.
Foram encomendados 12 protótipos designados XM551 is quais ficaram prontos em 1962.

Decorreu um periodo de testes e só em 1965 foi assinado o contrato para a produção em série. Os primeiros começaram a sair da fábrica em 1966. Durante os quatro anos seguintes, foram produzidos 1700 exemplares do Sheridan.

Para responder à exigencia de peso, o Sheridam foi todo construido em alumínio enquanto que a torre foi fabricada em aço soldado. O condutor estava sentado à frente ao centro, o motor foi colocado na traseira.

Diferente de tudo o que existia até ao momento (e principal característica do Sheridan), é a utilização de uma arma principal constituida por uma peça de cano curto de 152mm, que pode disparar munição convencional mas também mísseis anti-tanque.
Também foi instalada uma metralhadora coaxial de 7.62 e uma metralhadora 12.7mm na escotilha.

O míssil, desenvolvido pela Philco-Ford, era dirigido por rádio e guiado por meios ópticos, mas a sua eficiencia estva limitada aos 1200m, pois a partir daí a probabilidade de atingir alguma coisa é mínima embora o alcance da versão modernizada do míssil fosse de 3.000m.

Emprego no Vietname
Logo a partir de 1966, começaram a ser feitas pressões para que o Sheridan fosse colocado ao serviço no Vietname. No entanto o comandante americano, gen. Westmoreland disse que o Sheridan não tinha uma arma principal eficaz, o que o transformava em pouco mais que uma plataforma feita em aluminio para uma metralhadora 12.7mm.

Foi preciso esperar até 1968, quando a munição para a peça de 152mm de cano curto ficou disponível, no entanto os resultados não foram positivos.
As munições de 152mm sofriam de problemas vários, desde a carga não arder completamente até à sua volatilidade, que podia levar a que a munição explodisse facilmente se a viatura fosse atingida.

A somar a isto tudo, o impacto dos disparos da arma principal era demasiado forte para a electrónica instalada a bordo (na década de 1960 ainda se utilizavam válvulas de vácuo).

Já o míssil Shillelag era muito volumoso e por isso apenas oito podiam ser transportados.


Cerca de 330 Sheridan foram modificados para utilização em campos de testes do exército dos Estados Unidos. As modificaçõs foram no sentido de converter as viaturas de forma a parecerem viaturas militares soviéticas.

Informação genérica:
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