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Carro de combate leve



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M3-A1 Stuart
Carro de combate leve (ACF)
M3-A1 Stuart

Projeto: ACF
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
4.54
n/disponivel
2.24m
2.3M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
11.3t
12.927t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Continental W970-9A (radial gas.)
250cv
58 Km/h
32 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
252 Litros
113Km
4
31º
25º
0.91M
1.83M
0.61M

Armamento básico
- 1 x 37mm M3/M6 m.38 L/53 (Calibre: 37mm - Alcance estimado de 1Km a 1.7Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: Reino Unido
Designação Local:M3 «Honney»
Qtd: Máx:5532 - Qtd. em serviço:0
Situação: Retirado
Operacionalidade:
Conhecido como «Honney» entre as forças britânicas, o M3, foi muito bem vindo às forças do Reino Unido no deserto em 1941, depois de os alemães terem enviado reforços para defender as posições italianas na Libia.

O tanque M3 ligeiro, foi um complemento indispensável para o tanque médio M3-Grant. Embora fosse fracamente blindado e o seu canhão de 37mm não fosse muito eficiente contra a blindagem dos carros alemães, a rapidez e agilidade do M3, aliada à sua fiabilidade mecânica tornaram-no um veículo muito utilizado pelas forças aliadas no deserto como veículo de reconhecimento.

Além do deserto, os ingleses utilizaram este tanque ligeiro na Birmania, onde praticamente não tinha qualquer opositor.

Os britânicos foram os maiores utilizadores deste veículo, tendo recebido mais M3 que o próprio exército americano, mercê da Lei de Emprestimo-arrendamento que permitiu aos Estados Unidos entregarem grandes quantidades de equipamentos aos britânicos, mesmo antes de terem entrado no conflito.


Forum de discussão

O M3, é um derivado do tanque M2, que evoluiu durante os anos 30, periodo em que no seu país de origem a arma blindada não era considerada importante.

Quando em 1939 e 1940 as unidades blindadas alemãs vencem com facilidade os exércitos europeus, os americanos entendem que o seu M2 tem uma blindagem ineficiente, pelo que introduzem alterações no M2, transformando-o no M3

A produção ficou a cargo da ACF, American Car Foundry Company, que fabricou grande parte dos M3 e foram produzidos quase 14,000 unidades.

O M3A1, foi um melhoramento do modelo M3 standard, com a retirada de duas das metralhadoras de casco que o modelo anterior tinha. O modelo final (M3A3) era consideravelmente diferente e tinha um casco completamente soldado. A parte da frente tinha um muito melhor perfil balístico (ver M5) e mais espaço interno que permitiu o transporte de maior quantidade de combustível.

O facto de ter uma blindagem muito fina, quase vertical e com um grande numero de superficies, tornava o M3 um alvo relativamente facil dos canhões anti-tanque alemães. A sua mobilidade, embora apreciada não foi factor suficiente para manter o veículo em operação de primeira linha. No Verão de 1943 foi declarado obsoleto.

Quando se estudou a possibilidade de continuar o desenvolvimento do M3, concluiu-se que a sua estrutura não permitia aumentar a blindagem e que por isso a colocação de um novo canhão mais potente não era viável. Em sua substituição foi lançado o carro M-24 Chafee.

Além dos Estados Unidos, o M3 foi utilizado em grandes quantidades pelos britânicos no norte de África, tendo muitos deles sido fornecidos à União Soviética. Foram igualmente fornecidos à França de DeGaulle e à China Nacionalista que os utilizou contra os japoneses.

Informação genérica:
Familia de carros de combate leves do exército americano, que começou a ser desenhada ainda antes de os Estados Unidos entrarem no conflito.

Este tipo de veículo entrou em combate pela primeira vez em África onde ficou clara a sua enorme debilidade em termos de blindagem.

Além da blindagem muito leve, o M-3 não estava equipado com armamento capaz de perfurar a couraça dos carros de combate alemães (que curiosamente tinham começado por utilizar esse mesmo calibre no inicio da guerra, pois a peça de 37mm do M-3 é derivada de um modelo alemão).

Rapidamente os M-3 foram relegados para missões secundárias, com ordens para não entrarem em combate na presença de veículos pesados alemães. Eles podiam no entanto servir para protecção de unidades de infantaria.

Depois da guerra foram utilizados por vários países europeus e sul americanos.

Entre os mais importantes utilizadores do M3 está o Brasil, país que recebeu uma considerável quantidade de veículos deste tipo e que durante os anos 60 e 70 produziu versões muito modificadas deste veículo.

De entre essas versões destaca-se o X1A3, uma versão radicalmente modificada e potente