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Carro de combate médio



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M5-A1 Stuart
Carro de combate médio (General Motors)
M5-A1 Stuart

Projeto: General Motors
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
4.33
n/disponivel
2.24m
2.29M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
14t
15.2t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
2 x Cadillac V8 121cv
242cv
64 Km/h
35 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
N/disponível
160Km
4
20º
25º
0.91M
1.83M
0.61M

Armamento básico
- 1 x 37mm M3/M6 m.38 L/53 (Calibre: 37mm - Alcance estimado de 1Km a 1.7Km)
Sistema de radar auxiliar:


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A necessidade de grandes quantidades de veículos, levou a que a produção de carros de combate nos Estados Unidos tenha sido dividida por várias fábricas.

O carro de combate ligeiro M3-Stuart, sofreu ao longo do periodo em que foi fabricado, várias alterações ao seu projecto, que resultaram no modelo M3-A3.

Com a falta de motores em numero suficiente, sentida ainda antes da entrada dos Estados Unidos na guerra, surgiu uma proposta da General Motors, para fabricar o M3, instalando-lhe dois motores Cadillac, juntamente com um sistema hidraulico de transmissão, que tinha sido introduzido em 1941 para automóveis comerciais.

A ideia foi aprovada, e um veículo foi testado, tendo efectuado uma prova durante 800Km com resultados positivos.

O veículo começou a ser produzido, mas teve necessidade de algumas alterações na parte traseira para acomodar o novo sistema motriz, tendo também sido revista a parte frontal (idêntica ao M3A3).

A última versão produzida foi a M5A1, com ligeiras alterações, mantendo no entanto o mesmo tipo de armamento.

Informação genérica:
Familia de carros de combate leves do exército americano, que começou a ser desenhada ainda antes de os Estados Unidos entrarem no conflito.

Este tipo de veículo entrou em combate pela primeira vez em África onde ficou clara a sua enorme debilidade em termos de blindagem.

Além da blindagem muito leve, o M-3 não estava equipado com armamento capaz de perfurar a couraça dos carros de combate alemães (que curiosamente tinham começado por utilizar esse mesmo calibre no inicio da guerra, pois a peça de 37mm do M-3 é derivada de um modelo alemão).

Rapidamente os M-3 foram relegados para missões secundárias, com ordens para não entrarem em combate na presença de veículos pesados alemães. Eles podiam no entanto servir para protecção de unidades de infantaria.

Depois da guerra foram utilizados por vários países europeus e sul americanos.

Entre os mais importantes utilizadores do M3 está o Brasil, país que recebeu uma considerável quantidade de veículos deste tipo e que durante os anos 60 e 70 produziu versões muito modificadas deste veículo.

De entre essas versões destaca-se o X1A3, uma versão radicalmente modificada e potente