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Artilharia Auto propulsada

Veículos idênticos ou relacionados:


M-108
Artilharia Auto propulsada

M-109 A2/A3
Artilharia Auto propulsada

M-109 A5
Artilharia Auto propulsada

M-109A6 «Paladin»
Artilharia Auto propulsada

 

M-109A6 «Paladin»
Artilharia Auto propulsada (FMC-United Defense / BAE Systems)
M-109A6 «Paladin»

Projeto: FMC-United Defense / BAE Systems
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
0
9.8m
3.15m
3.24M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
29t
31.8t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
8V-71T Turbodiesel
440cv
61 Km/h
28 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
503 Litros
299Km
4
60º
40º
1.1M
1.83M
0.53M

Armamento básico
- 1 x 155mm M284/39 (Calibre: 155mm - Alcance estimado de 3Km a 24Km)
Sistema de radar auxiliar:


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O M-109A6, é o mais moderno vaículo do tipo M-109 presentemente em operação.

Ele é basicamente idêntico ao M-109A5, mantendo mesmo o canhão M-284, mas tendo sofrido uma grande modernização ao nível da electrónica.

A utilização macissa de electrónica e computadores ligados a uma rede de dados militares, permite ao M-109A6 a sua utilização em ambiente de guerra moderna, aumentando grandemente a sua eficiência.

O condutor do veículo tem acesso a equipamento de visão nocturna. A torre foi equipada com reforços na blindagem lateral (que forçou à eliminação da porta lateral da torre) e os projecteis estão colocados de forma diferente, havendo lugar para uma maior quantidade. O M-109A6 pode disparar mísseis anti-tanque pelo seu cano. Armazena 39 munições de 155mm, enquanto a A5 tem lugar para apenas 34.

O M-109A6 tem uma cadência de fogo máxima de 8 disparos por minuto, que é permitida pelo sistema de semi-automático de municiamento.

Informação genérica:
Type-99
O primeiro modelo do M-109 e o segundo modelo com o canhão longo M-185
Familia de veículos de artilharia auto-propulsada. Eles substituiram os canhões auto-propulsados de 105mm do modelo M44, juntamente com outros modelos desenvolvidos durante a guerra..

A família começou com o desenvolvimento de uma versão de 105mm conhecida como M-108, juntamente com a versão de 155mm.

Eles começaram a ser desenvolvidos em meados dos anos 50 e começaram a ser entregues em 1962.

Durante os anos 60, como o calibre 105mm foi considerado insuficiente pelos norte-americanos que estavam envolvidos no Vietname, foi dada prioridade à versão maior que seria conhecida equipada com o óbus de 155mm.

Como o M-108, o M-109 é uma peça de artilharia tradicional (óbus) que foi montada em cima de um chassis, permitindo assim á artilharia acompanhar com grande facilidade a evolução de tropas no terreno e apoia-las á medida que a progressão das tropas se desenvolve.

O primeiro M-109 utilizava o canhão curto de 155mm e 23 calibres modelo M126.

Este canhão foi posteriormente substituido pelo canhão M126A1, resultando no veículo M-109A1.

A necessidade de aumentar o alcance dos M-109, levou à substituição do canhão M126A1 pelo na altura novo M185.
Surgem assim os carros M-109A2 (veículos novos) e o M-109A3 (veículos M-109A1 modificados).

Os M-109A3, foram por sua vez modificados com a introdução de um sistema NBQ. Esses M-109A3 com protecção NBQ passaram a ser conhecidos como M-109A4, que também passaram a contar com um sistema hidraulico para movimentação da torre.

Nos anos 90, surge a versão M-109A5, cuja principal modificação relativamente às versões anteriores, é a utilização de um novo canhão com alcance superior.

Os M-109A5, são M-109A4 modernizados.

Em meados dos anos 90 surge o M-109A6 Paladin que é idêntico ao M-109A5, contanto no entanto com sistemas electrónicos de pontaria e de controlo muito mais sofisticados melhor blindagem na torre

Munição assistida (base bleed)
O termo munição assistida, é utilizado para designar projecteis de artilharia que utilizam um sistema que consiste na colocação de uma secção adicional na parte posterior do projectil, a qual queima durante o trajecto produzindo um pequeno jacto.
Este pequeno jacto não tem qualquer utilidade na força propulsora do projectil, mas vai impedir que se crie vacuo, (resultado da alta velocidade do projectil) que aumenta o coeficiente de arrasto e torna o projectil mais lento.
Com a supressão do vácuo através deste sistema, o alcance dos projecteis de artilharia pode ser aumentado de 20 a 30%.
A desvantagem desta solução, decorre da necessidade de colocar menor carga explosiva no projectil para garantir espaço para o combustível que vai ajudar na propulsão.