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Porta aviões ligeiro


Italia
Porta aviões ligeiro classe
Giuseppe Garibaldi

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 10100 Ton
Deslocamento máx. : 13850 Ton.
Tipo de propulsão: Turbina a Gás
Comprimento: 180 M - Largura: 33.4M
Calado: 6.7 M.
4 x Turbina a Gás General Electric LM-2500 (81000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 825 Autonomia: 12500Km a 20 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 30 nós

Canhões / armamento principal
0 x Oto-Melara 40mm OtoMelara 40L70 (2x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12.5Km)

Misseis
Sistema de lançamento Aspide/AlbatrosAspide-200016 x ALENIA-Marconi Aspide-2000 (Defesa antiaérea próxima)

Radares
- SELEX Sistemi RTN-20X / SPG-74 (Director de tiro - Al.med: 16Km)
- SELEX Sistemi RTN-30X / SPG-75 (Director de tiro - Al.med: 39Km)
- SELEX Sistemi RAN 10S/ SPS-774 (Combinado Aerea/superficie - Al.med: 72Km)

Outros sistemas electrónicos
- Argon - ST AN/SLQ-25 (Engodo anti-torpedo)


Forum de discussão

Embora a Itália tenha começado a construção de dois porta-aviões durante a II Guerra Mundial, esses navios nunca se materializaram e foi necessário esperar até aos anos 70, até que a Itália finalmente confirmasse a encomenda para um navio com capacidade para operar aeronaves de asa fixa.

Porém, o Porta-aviões ligeiro Giusepe Garibaldi, lançado à água nos anos 80, esteve no centro de uma polémica entre a Marinha e a Força Aérea da Itália, sobre quem tinha efectivamente o direito de operar aeronaves de asa fixa embarcadas.
A Forºa Aérea italiana disse que não só não estava interessada em operar aeronaves de descolagem vertical (as únicas que poderiam serutilizadas no Garibaldi), como além disso não aceitava que outro ramo das F.A. Italianas operassem aeronaves de asa fixa.

Isto levou a que o Garibaldi, que foi entregue à marinha italiana em 1985, operasse apenas como navio porta-helicópteros para luta anti-submarina. Durante quatro anos a luta interna entre a marinha a força aérea continuou e só em 1989 finalmente a marinha italiana recebeu autorização para operar aeronaves de asa fixa, colocando um encomenda para aviões AV-8B Harrier foram incorporados em 1994, quase dez anos após a entrada do navio ao serviço.

O Giuseppe Garibaldi, é o mais pequeno de todos os porta-aviões ligeiros presentemente em operação, mas propulsionado por quatro turbinas GE, ele segue a tradição italiana de produzir navios velozes. O Garibaldi, é o mais rápido de todos os porta-aviões ligeiros em operação e apenas os grandes porta-aviões nucleares dos Estados Unidos podem competir com ele em termos de velocidade máxima.

O navio inclui uma proa com configuração em rampa «ski-jump» para permitir a operação de aeronaves Harrier, que podem descolar verticalmente, mas que com este recurso gastam muito menos combustível na operação descolagem.

Além dos Harrier, os italianos continuam a operar aeronaves de asa rotativa, como helicópteros SH-3D.

Sendo um navio para operar essencialmente no Mar Mediterrâneo, o Garibaldi está especialmente protegido contra as provaveis ameaças de aeronaves baseadas em terra. Ele está protegido por dois lançadores de mísseis anti-aéreos e por três torres armadas com dois canhões anti-aéreos de 40mm.
Além disso , num arranjo algo incomum para um porta-aviões, o Garibaldi também está equipado com lançadores de torpedos.

O Garibaldi, entrou ao serviço sem que houvesse certeza sobre se a mrainha da Itália poderia ou não operar aeronaves de asa fixa, ou se continuaria apenas a ser um grande porta-helicópteros com capacidade para operações anfíbias.
A partir do momento em que a marinha italiana recebeu autorização para adquirir e operar aeronaves de asa fixa, a concepção de um segundo porta.aviões italiano foi iniciada, embora a sua entrada ao serviço não implique a saída do Garibaldi. A Itália deverá manter uma força de dois porta-aviões no Mediterrâneo.


Informação genérica:


   
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