Navios deste tipo:

St.Louis
Cruzador ligeiro
Brooklyn
Cruzador ligeiro
General Belgrano
Cruzador ligeiro
Barroso (1951)
Cruzador ligeiro

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Cruzador ligeiro


Estados Unidos da América
Cruzador ligeiro classe
St.Louis
(tipo Brooklin)
Brooklin

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 9700 Ton
Deslocamento máx. : 13327 Ton.
Tipo de propulsão: Turbina a vapor
Comprimento: 185.4 M - Largura: 18.8M
Calado: 6.93 M.
8 x Caldeiras de alta pressão Babcock & Wilcox ()
4 x Turbinas acopladas Westinghouse (100000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 868 Autonomia: 26000Km a 15 nós - Nr. Eixos: 4 - Velocidade Máxima: 32.5 nós

Canhões / armamento principal
15 x US Naval Gun Factory 152mm /47 Mk.16 (3x) Mod,1930 US (Calibre: 152mm/Alcance: 23.88Km)
8 x US Naval Gun Factory 127mm /38 (2x) Mk.30 m.1932 (Calibre: 127mm/Alcance: 11Km)


Forum de discussão

Trata-se de uma sub-classe de navios praticamente igual à classe Brooklyn, mas com algumas alterações, nomeadamente no respeitante ao armamento secundário e às caldeiras de alta pressão instaladas nestes navios, que embora sejam exteriormente idênticos tinham mais espaço disponível no interior.

Nesta classe, os canhões de 127mm estão em torres duplas, em vez de torres simples.

Um dos navios, o Helena, sería o único de toda a classe a ser afundado durante a guerra. Em contrapartida o St.Louis recebeu o nome de Lucky Lou (Luis sortudo) por ter sido atacado inumeras vezes e ter sempre conseguido escapar. O St.Louis estava presente em Pearl Harbour em 1941 e conseguiu saír do porto sem ser atingido.

O St. Louis foi transferido para a Marinha do Brasil em 1951.

Abaixo o St. Louis (futuro Tamandaré) após ter sido atingido por um torpedo japonês:


Informação genérica:
Classe de navios americanos construida antes da segunda guerra mundial. A classe é na realidade constituida por 9 (nove) navios, mais uma sub classe de outros dois, com algumas dierenças, entre as quais o armamento secundário e caldeiras mais compactas e de alta pressão (ver classe S.Louis)

Os Brooklyn, Philadelphia, Savahnah e Nashville, foram encomendados no programa naval de emergência de 1933.

A posição das suas torres é incomum, sendo no entanto idêntica à dos cruzadores pesados japoneses da classe Mogami.

Este tipo de navio, foi visto no inicio dos anos 30 como vantajoso em situações de pouca visibilidade, como em nevoeiro denso ou de noite. Numa altura em que ainda não havia radar, a capacidade de fogo dos cruzadores da classe Brooklin era um factor importante a considerar.

Mas esta classe é ao mesmo tempo consequência dos tratados internacionais de limitação de calibres navais, assinados entre americanos britânicos e japoneses.

Não sendo possível produzir mais cruzadores pesados (com canhões de 203mm / 8") a opção era a construção de cruzadores ligeiros. Os Brooklin levam o conceito de cruzador ligeiro ao extremo, com a instalação de quinze canhões de 152mm / 6".


   
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