Navios deste tipo:

Aquitaine
Fragata
Carlo Bergamini
Fragata
Mohamed VI
Fragata

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Fragata


Italia
Fragata classe
Carlo Bergamini
(tipo FREMM)
FREMM

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 5200 Ton
Deslocamento máx. : 6000 Ton.
Tipo de propulsão: CODLAG - Diesel-electrica e Turbina a gás
Comprimento: 142 M - Largura: 20M
Calado: 5 M.
2 x Turbina a Gás General Electric LM-2500 (48000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 108 Autonomia: 11000Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 27 nós

Canhões / armamento principal
1 x Oto-Melara 127mm LW L/56 (Calibre: 127mm/Alcance: 73Km)

Radares
- ALENIA-Marconi EMPAR / SPY-790 (Tipo «Phased array» - Al.med: 88Km)


Forum de discussão

A classe de fragatas Carlo Bergamini, será a equivalente à classe francesa Aquitaine, os dois navios resultado do projecto europeu FREMM.

A Itália juntou-se ao projecto de desenvolvimento frances em 2002 e os navios podem ser considerados derivados dos navios franceses, que por sua vez são inspirados nas fragatas ligeiras La Fayette.

O contrato para a aquisição destes navios foi sujeito a uma quantidade de problemas e a sua assinatura estava prevista para o final de 2005, quando à última hora, já os chefes de estado da França e da Itália estavam reunidos para a assinatura, o governo italiano concluiu que tinhga dinheiro para pagar apenas uma das seis fragatas que inicialmente tinham sido previstas para a primeira fase.

Posteriormente o governo italiano garantiu os fundos para a construção dos dois primeiros navios do tipo.

Em Setembro de 2009 foi noticiado o interesse por parte da Argelia na compra de até seis navios deste tipo, no que foi interpretado por alguns analistas como uma forma de a Itália transferir as unidades que originalmente deveriam ser incorporadas na marinha italiana.


Informação genérica:
Concebidas com uma clara influência das fragatas «Stealth» da classe La Fayette, as fragatas FREMM, iniciais de Fragata Multi Missões, são navios polialentes destinados especialmente a substituir na marinha francesa a classe Tourville. A partir de 2002 a marinha da Italia juntou-se ao projecto, que passou a ser um projecto franco-italiano.
Na marinha italiana os navios são destinados a substituir as fragatas da classe Maestrale.

Além da versão base, com aplicações múltiplas, foram também concebidas versões especializadas, uma das quais conhecida como «FREDA» deverá assumir a função de fragata de defesa aérea, uma versão mais economica que os caríssimos contra-torpedeiros do tipo «Horizon».

Os navios franceses e italianos partilham muitos dos sistemas, o que sempre foi o objectivo principal, pois isso permite reduzir os custos. No entanto, as diferenças entre os dois são muito mais substanciais do que aquelas que se encontram nos contra-torpedeiros do tipo «Horizon» de que também resultaram navios para as duas marinhas.
As várias industrias dos dois países e as necessidades operacionais acabaram por conduzir à a instalação de sistemas diferentes a bordo.

Os navios franceses utilizam mísseis Exocet e os italianos misseis Otomat. Os navios franceses têm capacidade para operar um helicóptero enquanto que os italianos estão preparados para operar dois.
Os radares também serão diferentes, com os franceses a optar pelo HERAKLES e os italianos pelo radar EMPAR.

Já os sistemas de propulsão e os torpedos serão idênticos.

Além dos navios para a França e para a Itália, parte dos quais estão em dúvida por causa dos custos, Marrocos colocou uma encomenda para uma unidade e a Grécia demonstrou interesse na aquisição de seis unidades.
As unidades gregas terão capacidade para lançamento de mísseis Scalp-Naval e utilizarão o míssil VL-MICA para defesa próxima.

Mais recentemente, especulações apontam o Brasil como um dos países interessados no projecto, para substituir as seis fragatas da classe Niteroi e as quatro fragatas da classe Greenhalg, por navios deste tipo, com pelo menos dois e até quatro dos navios dedicados à defesa aérea.


   
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