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Submarino nuclear / misseis balísticos


Reino Unido
Submarino nuclear / misseis balísticos classe
Vanguard

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 14000 Ton
Deslocamento máx. : 15900 Ton.
Tipo de propulsão: Nuclear / Turbina a vapor
Comprimento: 149.9 M - Largura: 12.8M
Calado: 12 M.
1 x Reactor nuclear Rolls Royce PWR-2 ()
2 x Turbina a vapor General Electric (27000cv/hp)
2 x Motor a Diesel Paxman (2700cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 135 Autonomia: 9999Km a 0 nós - Nr. Eixos: 0 - Velocidade Máxima: 25 nós

Misseis
Sistema de lançamento N/DHarpoon UGM 844 x Boeing Harpoon UGM 84 (Anti-navio)
Sistema de lançamento N/DRGM/UGM-109B «Tomahawk» TASM4 x Raytheon Systems RGM/UGM-109B «Tomahawk» TASM (Anti-navio)
Sistema de lançamento N/DTrident-II D5 «UGM-133A»16 x Lockeed Martin Trident-II D5 «UGM-133A» (Arma estratégica)

Radares
- Kelvin Hughes KH-1007 (F) (Navegação - Al.med: 37Km)


Forum de discussão

Quando a Grã Bretanha anunciou em 1980 que aderia ao programa de mísseis Trident, foi também necessário conceber uma nova classe de submarinos que pudessem comportar o novo míssil. Em 1982, o governo da primeira-ministra britânica Margaret Tatcher decidiu que os novos submarinos seriam equipados com a versão mais moderna desse míssil, o Trident-II.
O desenvolvimento do sistema decorreu durante parte dos anos 80 e o primeiro navio foi encomendado em 1986.

Os Vanguard tê uma configuração idêntica aos anteriores Resolution, mas têm dimensões muito maiores. O primeiro lançamento de um míssil Trident-II foi efectuado em 26 de Maio de 1994 e todos os navios foram entregues antes do final de século.
Os Resolution estão entre os submarinos nucleares mais poderosos do mundo, e embora não tenham capacidade para transportar o numero de mísseis dos navios da classe Ohio norte-americana, ao transportar o míssil Trident-II eles têm capacidade para se superiorizar a qualquer outro tipo de submarino ao serviço.

Ainda que tenham capacidade para transportar 192 ogivas nucleares, os navios estão normalmente armados muito abaisxo da suas capacidades. A Grã Bretanha declarou unilateralmente que limitaria os seus submarinos à utilização de apenas 48 ogivas por cada navio. Uma média de três ogivas por cada míssil.

A redução do numero de armas nucleares instaladas a bordo dos submarinos, levou a que fossem estudadas outras opções, de entre as quais se destaca a utilização de parte dos tubos para o lançamento de mísseis de cruzeiro do tipo Tomahawk.

Os navios foram submetidos a um processo de modernização dos reactores nucleares, que permitirá que não necessitem manutenção até que os navios sejam retirados de serviço.


Futuro

Em 2009 começou a ser discutido o programa FSM a classe de navios que devará substituir os Vanguard e que deverá entrar ao serviço a partir de 2023. As restrições orçamentais parecem apontar para a possibilidade de apenas três unidades virem a ser construidas.
Os futuros navios serão versões avançadas dos submarinos de ataque da classe «Astute».
Entre as inovações poderá estar o abandono das turbinas a vapor como sistema básico de propulsão, optando-se por propulsão electrica.


Informação genérica:


   
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