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Corveta


Reino de Portugal
Corveta classe
Sagres

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1100 Ton
Deslocamento máx. : 1382 Ton.
Tipo de propulsão: Máquinas a vapor
Comprimento: 79 M - Largura: 9.9M
Calado: 4.47 M.
4 x Caldeiras (carvão) Humphrys, Tennant & Dykes (0)
1 x Máquinas a vapor Exp.Trip. HT & D (300cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 0 Autonomia: 0Km a 0 nós - Nr. Eixos: 1 - Velocidade Máxima: 12 nós


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Este navio, foi o primeiro da marinha portuguesa a utiizar o nome «Sagres». É esta a razão que leva a que o navio escola da marinha portuguesa da classe Gorch Fock, seja muitas vezes referido como Sagres-III.
O Sagres II, foi um outro veleiro com casco em ferro confiscado à Alemanha durante a I Guerra Mundial, e que ainda hoje existe, transformado em navio museu.

Ao contrário dos outros navios da marinha portuguesa, que começaram as suas actividades como navio escola, a corveta Sagres não teve inicialmente essa função.

O navio armava em Galera, e dispunha entre dez a catorze peças de artilharia de vários calibres, 32, 24 e 6 libras.

Durante as décadas de 60 e 70 do século XIX, operou como navio de guerra e foi utilizado para operações militares nas costas africanas, nomeadamente o transporte de tropas para apoiar as forças portuguesas que combatiam as rebeliões pem territórios no interior de África, que ficavam contiguos aos territórios costeiros portugueses.

A corveta Sagres esteve ao serviço desempenhando funções especialmente nas costas da África Ocidental, em Angola.

Em 1876, o navio passou à situação de desarmamento. Tratando-se de um navio de construção em madeira, a sua manutenção era complicada e dificil. Ele foi convertido em navio de instrução estacionário, fundeado no rio Douro, na cidade do Porto.
Os motores foram retirados e o navio foi modificado internamente para receber os formandos.

Serviu como navio-escola de 1884 até 1898, altura em que foi retirado de serviço e desmantelado.


Informação genérica:


   
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