Navios deste tipo:

D´Estienne D´Orves
Fragata
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Corveta
Burak
Corveta

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Fragata


França
Fragata classe
D´Estienne D´Orves
(tipo D´Estienne D´orves)
D´Estienne D´orves

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 950 Ton
Deslocamento máx. : 1170 Ton.
Tipo de propulsão: Motor a Diesel
Comprimento: 80 M - Largura: 10.3M
Calado: 5.5 M.
2 x Motor a Diesel SEMT-Pielstick 12PC2 V400 (12000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 92 Autonomia: 8100Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 23 nós

Canhões / armamento principal
1 x DCN - Naval Creusot-Loire Mod. 1968 (Calibre: 100mm/Alcance: 17Km)

Misseis
Sistema de lançamento N/DEXOCET MM-384 x MBDA EXOCET MM-38 (Anti-navio)

Torpedos
- 4 x DCN - Naval ECAN L-5 - sistema de lançamento: lançadores N/D

Radares
- Thomson-CSF / Thales TRS 3030 / DRBV-51A «Triton» (Superficie - Al.med: 28Km)
- RACAL-DECCA TM-1226 (Navegação - Al.med: 27Km)


Forum de discussão

Os navios desta classe, são uma das muitas versões do navio adequado para marinhas de países que possuem bases ultramarinas a grande distância dos seus territórios principais e que precisam de navios de manutenção simples e económica, que permitam manter a soberania em mares distantes.

Inicialmente estava previsto o desenvolvimento de duas versões separadas, uma delas equipada com mísseis Exocet e outra sem aqueles míssies. No entanto, foi decidido posteriormente que todos os naqvios estariam equipados com mísseis anti-anvio.
A França utilizou estes navios para operações nos seus departamentos ultramarinos e para operações costeiras tanto no Mediterrâneo como no Atlântico.

A qualidade do desenho, levou a que a marinha da África do Sul adquirisse dois navios em 1976. No entanto, o embargo de armas àquele país, levou a que os navios que foram comprados pela África do Sul fossem posteriormente vendidos à Argentina, que adquiriu uma terceira unidade em 1978.

Parte dos navios franceses, foram ser cedidos à marinha daTurquia à medida que foram saindo de serviço em França.


Informação genérica:
As pequenas fragatas, ou avisos escoltadores da classe D´estienne D´Orves, também conhecidas como tipo 69-A foram concebidas no inicio da década de 1970 com o objectivo - entre outros - de substituir as fragatas de escolta da classe Le Corse e Le Normande. Eram navios mais pequenos que aqueles que pretendiam substituir, mas a sua capacidade militar era relativamente elevada.

Eles parecem ter sido influenciados pelas corvetas da classe João Coutinho, que foram desenhadas em Portugal, para responder às necessidades daquele país, que no final dos anos 60 precisava de navios com alguma capacidade militar para utilizar nos seus territórios ultramarinos. No entanto, aparecem mais como versões reduzidas dos avisos escoltadores do tipo Commandant Riviére.

Aliás, estes avisos/corvetas também complementaram e substituiram parcialmente as fragatas da classe Rivière, podendo desempenhar as mesmas funções que aquelas, principalmente nas bases remotas da França no Índico.

Na verdade, pelas suas dimensões eles podem ser classificados como corvetas. O seu armamento mais pesado, permite aos navios uma actuação para além das funções meramente de navio de patrulha armado.

Armadas com dois ou quatro mísseis Exocet (primeiro os MM-38 e posteriormente os MM-40), juntamente com um canhão automático de 100mm Creusot-Loire Mod.68 e com torpedos e armas para luta anti-submarina, as fragatas tinham um valor militar considerável para o inicio da década de 1980.

Além da França, também a África do Sul mostrou interesse nos navios e encomendou dois. Um embargo à venda de armas inviabilizou a aquisição.

Os navios previstos para a África do Sul foram posteriormente vendidos à Argentina, que adquiriu um terceiro.

À medida que os navios mais antigos da classe vão sendo retirados de serviço, parte deles foram vendidos para a marinha da Turquia.


   
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