Navios deste tipo:

Aradu
Fragata
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Contra torpedeiro
Espora
Corveta
Yavuz
Fragata
Vasco da Gama
Fragata
Barbaros
Fragata
Amatola
Fragata

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Corveta


Argentina
Corveta classe
Espora
(tipo MEKO)
MEKO

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1470 Ton
Deslocamento máx. : 1836 Ton.
Tipo de propulsão: Motor a Diesel
Comprimento: 91.2 M - Largura: 11.1M
Calado: 3.4 M.
2 x Motor a Diesel SEMT-Pielstick 16 PC2-5 V400 (20400cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 93 Autonomia: 7200Km a 18 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 27 nós

Canhões / armamento principal
1 x FMC-United Defense / BAE Systems 76mm Mk.75 (Calibre: 76mm/Alcance: 18.4Km)
4 x Oto-Melara 40mm OtoMelara 40L70 (2x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12.5Km)

Misseis
Sistema de lançamento MM38LEXOCET MM-384 x MBDA EXOCET MM-38 (Anti-navio)

Torpedos
- 6 x ALENIA-Marconi A244/S - sistema de lançamento: lançadores Mk.32 (3)

Radares
- RACAL-DECCA TM-1226 (Navegação - Al.med: 27Km)
- Thales Nederland DA-05 (Pesquisa aérea - Al.med: 134Km)
- Thales Nederland WM-20 ... WM-29 family (Director de tiro - Al.med: 24Km)

Outros sistemas electrónicos
- Thales Nederland SEWACO Mk.VII (Sistema de gestão de dados combate)
- CSEE Defence Dagaie (Contramedidas electronicas)


Forum de discussão

Os navios da classe Espora, da marinha da Argentina, são os mais pequenos navios derivados do projecto modular conhecido como MEKO e concebido nos anos 80 pelos estaleiros alemães Blohm+Voss.
Eles são classificados pelos estaleiros alemães como fragatas, mas na Argentina foram classificados como corvetas lança-mísseis.

Ainda que tenham sido desenvolvidos na Alemanha, todos os navios foram construidos nos estaleiros argentinos Rio Santiago em Ensenada, 50km a sudeste de Buenos Aires, na baía do Rio da Prata.
Os problemas financeiros que afectaram o país, levaram a que a construção das duas últimas unidades tivesse ocorrido com enorme atraso, pois levaram respectivamente 17 e 21 anos para serem terminados.

A aquisição dos navios da classe Espora, fez parte de um programa de rearmamento naval de que faziam parte as fragatas Meko-360 e os submarinos da classe Santa Cruz.
Os programas navais argentinos, deveriam permitir à marinha do país possuir até ao final dos anos 80, uma esquadra com um porta-aviões, seis contra-torpedeiros modernos, nove corvetas e seis submarinos. Todos estes navios teriam capacidade para lançar mísseis anti-navio.

O programa de construção dos navios da classe Espora, também influenciou a decisão brasileira de construir os navios da classe Inhaumá, corvetas com deslocamento equivalente às Espora, mas de concepção originária da Grã Bretanha, derivada dos navio Type-21.

A crise na Argentina, somada à queda de prestigio após a derrota na guerra das Malvinas, cancelou e adiou parte dos programas de construção e modernização naval, o que resultou no atraso do programa das corvetas Espora.

As corvetas Parker e Gomez Roca, dispõem de um hangar telescópico, que permite o transporte de um helicóptero do tipo Alouette III.


Sistema de controlo de tiro: WM-28
Informação genérica:
Os navios da classe ou tipo MEKO são navios «modulares» que foram desenhados seguindo a ideia de que os navios da classe teriam todos a mesma estrutura e igualmente a possibilidade de lhes adicionar módulos segundo as características requeridas pelos clientes.

O projecto MEKO, divide-se por sua vez em várias séries,

MEKO-200 - A série de navios mais numerosa

MEKO-360 - A primeira série de navios, construidos para a marinha da Nigueria (1 unidade ) e da Argentina (4 unidades).

MEKO-140 - Considerados pelos estaleiros alemães como fragatas, estes navios foram construidos na Argentina (6 unidades) e são classificados como corvetas naquele país.

Embora seja um projecto dos anos 80, o conceito evoluiu e adaptou-se, tendo sido lançados novas séries, com o objectivo de acompanhar o evoluir da tecnologia e dos conceitos de construção naval.

O mais recente navio do tipo MEKO, é a fragata sul africana Amatola do tipo MEKO-A200


   
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