Navios deste tipo:

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Fragata
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Fragata
Cornwall
Fragata
Greenhalgh
Fragata
Almirante Williams
Fragata
Regele Ferdinand
Fragata

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Fragata


Romenia
Fragata classe
Regele Ferdinand
(tipo Type 22)
Type 22

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 4100 Ton
Deslocamento máx. : 4800 Ton.
Tipo de propulsão: CODOG - Turbina a gás ou motor a Diesel
Comprimento: 0 M - Largura: 0M
Calado: 0 M.
2 x Turbina a Gás Rolls Royce RM1C (9900cv/hp)
2 x Turbina a Gás Rolls Royce TM3B (50000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 273 Autonomia: 0Km a 0 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 30 nós

Canhões / armamento principal
1 x FMC-United Defense / BAE Systems 76mm Mk.75 (Calibre: 76mm/Alcance: 18.4Km)


Forum de discussão

A marinha da Romenia tinha mantido alguma independência relativamente à União Soviética e possuia durante a guerra fria alguns navios de concepção própria que sempre apresentaram problemas, por causa da falta de peças ou de recursos para os manter a funcionar.

O colapso do Pacto de Varsóvia e a adesão da Roménia à NATO permitiu finalmente à força naval do país, dispor de navios relativamente modernos e mais actualizados que aqueles que estavam ao serviço.

As duas fragatas da classe Regele Ferdinand são navios Type-22, do lote 2 e são os mais sofisticados navios da marinha romena, sendo também dos mais sofisticados navios do Mar Negro, comparáveis aos navios da marinha da Turquia, ainda que os seus armamentos principais (mísseis anti-aéreos e anti-navio) não tivessem ainda sido substituidos em 2010.

As fragatas da marinha romena foram modificadas para receber um peça de artilharia de 76mm à proa, que não tinha sido prevista no projeto original.


Informação genérica:
As fragatas Type 22 ou classe Broadswoard foram as sucessoras da classe Leander. A primeira destas fragatas foi incorporada na marinha britânica em 1979 e a primeira série da classe foi constituida por quatro navios.

A principal função dos navios era a luta anti-submarina, pelo que quando foram projectados, pensou-se que não seriam necessários canhões, pelo que as Broadsword não contam com canhões de maior calibre que 20mm e o seu armamento principal é apenas constituido por mísseis anto-navio Exocet e mísseis anti-aéreos Seawolf.

Notou-se a infuência norte-americana, que também tinha construido as fragatas Perry sem pensar na necessidade de um canhão de maior calibre, que acabou por ser incluido no design, por pressão dos setores mais conservadores da marinha norte-americana.

Dois dos navios do primeiro lote das fragatas tipo 22, também conhecidos por classe «Broadsword» estiveram no Atlântico Sul em 1982.

Nos anos 90, os quatro navios foram transferidos para a Marinha do Brasil.

Type 22 «batch 2»

O lento processo de desenvolvimento e as características dos estaleiros levaram ao desenho de uma classe modificada, que ficou conhecida como lote dois (batch 2) en inglês.
Trata-se de navios de maiores dimensões, que continuaram sem um armamento principal de maior calibre.

Type 22 «batch 3»

Já depois da guerra nas Malvinas, a falta do armamento principal foi reconhecida, dando assim lugar ao lote três (batch 3).
Esse terceiro grupo de navios da classe distingue-se por possuir uma torre armada com um canhão de 114,5mm à proa.


Alguns navios do lote II foram vendidos a marinhas estrangeiras. Um foi vendido ao Chile e dois foram vendidos à Roménia.
Estes navios sofreram modificações para lhes instalar uma peça de artilharia de 76mm.

Com os planos britânicos para cortes na defesa, os quatro navios do terceiro lote foram retirados de serviço e colocados na situação de reserva, podendo ser vendidos a outras marinhas.


   
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