Navios deste tipo:

Inhaumá
Corveta
Barroso
Corveta

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Corveta


Brasil
Corveta classe
Barroso
(tipo Inhaumá)
Inhaumá

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1785 Ton
Deslocamento máx. : 2350 Ton.
Tipo de propulsão: CODOG - Turbina a gás ou motor a Diesel
Comprimento: 103.4 M - Largura: 11.4M
Calado: 6.2 M.
2 x Motor a Diesel MTU 20V 1163 TB83 (7200cv/hp)
1 x Turbina a Gás General Electric LM2500 (27500cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 145 Autonomia: 7200Km a 14 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 29 nós

Canhões / armamento principal
1 x Vickers Defence 114mm Vickers Mk 8 mod.0 (Calibre: 114mm/Alcance: 22Km)
1 x Bofors / BAE Systems 40mm Trinity Mk 3 (Calibre: 40mm/Alcance: 10Km)

Misseis
Sistema de lançamento MM40LEXOCET MM-40 Block I4 x MBDA EXOCET MM-40 Block I (Anti-navio)

Torpedos

Radares
- SELEX Sistemi RTN-30X / SPG-75 (Director de tiro - Al.med: 39Km)
- RACAL-DECCA TM-1226 (Navegação - Al.med: 27Km)
- SELEX Sistemi RAN 20S (2D) (Pesquisa aérea - Al.med: 117Km)

Sonares
- EDO Corp. 997(F) / Pesquisa activa/ataque

Aeronaves embarcadas
- 1 x Agusta-Westland Navy Lynx HAS-8


Forum de discussão

A classe Barroso, era suposto ser a continuação de uma nova classe de corvetas, mais adaptadas às condições adversas do Atlântico Sul, idênticas às corvetas da classe Inhaumá.

Para o efeito e relativamente às suas irmãs mais pequenas, as Barroso teriam um maior deslocamento, uma proa modificada, para evitar os problemas das Inhaumá em mares agitados, além de sensores e equipamentos mais sofisticados e mais espeço interior.

No entanto, a construção de novas unidades desta classe foi abandonada.

O cancelamento do desenvolvimento desta classe parece implicar da parte da marinha brasileira, algumas alterações relativamente à esquadra no futuro, dando maior enfase por um lado aos navios de superficie mais poderosos, e por outro lado a navios de patrulha, de maiores dimensões mas com armamento reduzido, destinados apenas a funções de patrulha e policiamento.


Informação genérica:
Classe de corvetas da marinha do Brasil que se divide em duas sub classes. As primeiras quatro da classe Inhaumá propriamente ditas e a segunda classe de apenas um navio.

Os navios, desenhados no Brasil com o apoio dos britânicos apresentam problemas complicados de navegabilidade.

Com más condições de mar os navios, apresentam mau comportamento, com a proa a «meter» demasiada água.

O navio Barroso, foi alterado propositadamente para tentar ultrapassar esses problemas, mas os custos de construção destas corvetas, que são na realidade pequenas fragatas tornou-se demasiado elevado.

A classe Inhaumá, com todos os equipamentos electrónicos, deixou na prática de ser uma corveta para ser uma pequena fragata, estando em termos de equipamentos muito próximo das suas "irmãs" maiores da classe Niterói, depois da modernização.

Esta classe é quase tão cara de operar quanto as fragatas de maiores dimensões sem as vantagens de um casco maior.

Os navios previstos para a segunda versão foram cancelados e não deverão ser construidas mais unidades.


   
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