Navios deste tipo:

Sir Lancelot
Navio de desembarque pesado
Tobruk
Navio de desembarque pesado
Sir Galahad II
Navio de desembarque pesado
Garcia D´Avila
Navio de desembarque pesado
Almirante Saboia
Navio de desembarque pesado

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Navio de desembarque pesado

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Brasil
Navio de desembarque pesado classe
Garcia D´Avila
(tipo Sir Lancelot)
Sir Lancelot

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 6200 Ton
Deslocamento máx. : 8585 Ton.
Tipo de propulsão: Motor a Diesel
Comprimento: 140.5 M - Largura: 19.5M
Calado: 4.3 M.
2 x Motor a Diesel KDMR-8 Mirrlees Blackstone ()
Tripulação / Guarnição: 49 Autonomia: 23000Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 18 nós

Canhões / armamento principal
2 x Bofors / BAE Systems 40mm /L60 Mod Mk.V Mod 1944 (1x) (Calibre: 40mm/Alcance: 7.2Km)
3 x Rheinmetal Defense 20mm Oerlikon/BMARC GAM-BO1 (Calibre: 20mm/Alcance: 2Km)


Forum de discussão

Em Abril de 2007, a marinha brasileira tornou pública a intenção de aquisição do antigo RFA Sir Galahad da marinha britânica.

O navio, que recebeu o mesmo nome de um outro navio com características idênticas da classe/tipo LST 511-1152 Garcia D'Ávila que esteve ao serviço na marinha brasileira até ao inicio dos anos 90 será utilizado na sua função de navio de desembarque de carros de combate.

O navio entrou oficialmente ao serviço em 4 de Dezembro de 2007 em Portsmouth na Grã Bretanha.


Informação genérica:
Os navios do tipo Sir Lancelot, são navios de desembarque de origem britânica, construidos no final dos anos 60 e transformados em RFA (de Royal Fleet Auxiliary), um tipo de navio que pode ser tripulado por civis, embora esteja ao serviço do governo britânico.

Este tipo de navio, que tem uma porta de proa, que se abre para que o navio encalhe na praia e permita colocar veículos directamente em terra. Tem capacidade para transportar 16 tanques pesados, 34 veículos de vários tipos, entre veículos de transporte e blindados leves, e pode ainda transportar até 534 militares.

Baseados em especificações civis, os navios da classe foram inicialmente apenas concebidos para funcionar como navios Ro-Ro (Roll on Roll Off) em apoio de forças do exército, nunca tendo sido pensados para operar em situações de combate.

Por essa razão, o navio tem muitas das suas estruturas em aluminio, e muitas divisórias internas extremamente finas, além de não ter nenhum tipo de blindagem.

Esta debilidade tornou-se evidente quando o RFA Sir Galahad foi atingido por aeronaves argentinas durante o conflito das Malvinas. Atingido por bombas, o navio pegou fogo, e parte da sua débil estrutura derreteu, o que tornou qualquer trabalho de recuperação inutil.
Sem qualquer utilidade para o navio, e porque este se tornava um perigo à navegação numa zona de guerra, onde perante os ataques argentinos os restantes navios tinham que se movimentar, o comando britânico deu ordem para que o navio fosse afundado.

A unidade perdida deu lugar à construção de uma unidade adicional, que embora tendo o mesmo nome e características básicas, tem dimensões diferentes e maior capacidade e melhor protecção, incorporada como consequência do conflito das Malvinas. Ver Sir Galahad-II


   
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