| Armamento básico | - 1 x 105mm M68 (Calibre: 105mm - Alcance estimado de 4.4Km a 4.4Km) - 1 x 12.7mm Browning M2 (Calibre: 12.7mm - Alcance estimado de 1.5Km a 2.4Km) - 1 x 7.62 M60E (Calibre: 7.62mm - Alcance estimado de 1.2Km a 3.7Km)
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| Outros sistemas electrónicos | - Raytheon Systems AN/VSG-2 Tank Thermal Sight (Sistema de visão nocturna)
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| Sistema de radar auxiliar: |
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 | País: Brasil Designação Local:M-60A3TTS | | Qtd: Máx:91 - Qtd. em serviço:91 Situação: Em serviço | Operacionalidade:
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Este carro de combate está no exército brasileiro, juntamente com o Leopard-I alemão (embora se trate de unidades que pertenceram ao exército belga) e são os primeiros verdadeiros "tanques pesados" do exército brasileiro.
A opção por estes modelos, aparece depois do fracasso do projecto EE-T1 OSORIO, que podería eventualmente ter permitido a reorganização da arma blindada brasileira, com recurso a meios próprios. O fim daquele negócio, que implicaría a construção de uma unidade do EE-T1 para o exército brasileiro por cada dez vendidas á Arábia Saudita, acabou com a propria Engesa, o fabricante do veículo, e em tempos a maior industria militar da américa latina.
Neste momento, estes veículos aproximam-se dos 12 anos de vida no exército, mas a não existência de ameaças convencionais credíveis nas fronteiras, a estes carros, torna a sua substituição ou modernização, menos urgente. Os recentes desenvolvimentos na América do Sul, parecem ter levado o governo do Brasil a apressar a aquisição de carros de combate mais poderonos, no caso os alemães Leopard-1A5, que têm uma blindagem marginalmente superior aos M-60A3. Entretanto, os carros de combate Leopard-2A4 recentemente comprados pelo Chile, transformaram-se nos mais poderosos carros de combate da região.,
Os M60-A3 são os carros de combate pertencentes ao 4º Regimento de Carros de Combate, de Rosario do Sul (RS), a mais premiada unidade militar do exército brasileiro.
Embora não haja informações concretas sobre o futuro dos M-60, acredita-se que eles deixarão de ser utilizados pelo exércitio brasileiro. |
O M-60A3, é um desenvolvimento do carro M-48 (e do M-60 original, que tinha a mesma torre do M-48) e o primeiro protótipo foi apresentado em 1958, tendo os primeiros veículos sido fabricados pela Chrysler. Nas primeiras versões, a principal diferença era o novo casco frontal e a instalação de um canhão de 105mm e a existência de um motor a Diesel que dava ao veículo maior autonomia.
O M-60A3 não apresenta alterações de monta relativamente às características base do M-60A1 com motor e rodas motrizes atrás, condutor à frente à esquerda.
Os M-60A3 diferem no entanto dos M-60A1 pela inclusão de um sistema computadorizado de controlo de tiro, telémetro a laser e sistema NBC. Muitos dos M-60A3 receberam um sistema térmico de visão que permite o combate nocturno chamado Tank Thermal Sight. Os carros com este sistema são conhecidos como M60-A3 TTS.
A maioria dos M-60A3 são M-60A1 mais antigos modificados para o padrão mais recente.
Embora ainda haja vários modelos deste tipo operacionais, o M-60A3 é neste momento considerado um veículo obsoleto.
Defeito mortal
Um dos mais graves problemas detectados em combate no M-60, bom como no M-48, foi o sistema hidraulico de rotação da torre e elevação do canhão, o qual no caso de a torre ser danificada, e os sistema hidraulico atingido, produzia um spray de líquido inflamável a alta temperatura que queimava a tipulação.
Em Israel, modificações efectuadas no sistema, com a introdução de um equipamento electrico, resolveram o problema.
| Informação genérica: | Familia de veículos de combate com origem no periodo imediatemente seguinte à II guerra mundial, que se desenvolve a partir dos tanques Pershing e Patton.
Este veículo foi desenhado durante a guerra, com o objectivo de se superiorizar a qualquer tanque alemão. Porém, embora com um canhão de 90mm, o M-26 original, não era mesmo assim tão eficiente quanto o Tanque Tiger equipado com um canhão de 75mm. A sua blindagem era no entanto superior ao tanque alemão.
A família é constituida pelos carros de combate / tanques M-26 / M-46/ M-47 / M48 / M60 e suas várias derivações.
A base destes veículos desde os primeiros Pershing M-26 também foi utilizada para outras aplicações entre as quais se encontra o obuseiro T84 autopropulsado de 203mm e o veículo blindado de recuperação T12.
Ainda nos finais dos anos 40, foram estudadas versões do Pershing equipadas com canhão de 155mm para apoio de fogo e apoio à infantaria.
Foram produzidos 2356 unidades do Pershing e o principal teatro de operações onde foi colocado foi na Coreia.
M-47
Posteriormente foi lançado o M-47, uma modernização que também não resistiu à grande evolução da tecnologia de carros de combate.
O M-47 foi fornecido a vários países europeus durante os anos 50 mas foi seguidamente substituido pelo M-48, com o mesmo canhão de 90mm.
M-48
Aparecem assim as versões M-48A1 e M-48A2.
Perante a ameaça dos canhões de 100mm dos tanques T-55, previu-se a modernização da blindagem do M-48, surgindo assim o M-48A3.
O M-48A4, previa a colocação no chassis M-48 da torre do M-60 com canhão de 105mm, mas foi posteriormente cancelado.
Em 1975 foi lançado o último dos M-48 foi o M-48A5, que tem praticamente as mesmas características do M-60A1, embora mantenha a mesma torre, sendo no entanto equipado com a peça principal de 105mm do M-60.
Muitos dos M-48A5 são M-48A2 modernizados, com a substituição do canhão de 90mm pelo de 105mm.
O M-48 continuou a ser fornecido a vários países e várias modificações desse carro de combate, levaram-no praticamente ao nível dos M-60, quando lhes foi adaptado um canhão de 105mm, tendo mesmo em alguns países sido modernizado com telemetro laser, e capacidade para combate nocturno. Foi por exemplo o caso dos M-48 ao serviço na Coreia do Sul.
M-60
Os Estados Unidos ainda nos anos 60, começaram a retirar os M-48 de serviço e adoptaram o M-60, com canhão mais poderoso de 105mm.
Houve estudos para adaptar um canhão de 155mm numa versão que chegou a entrar ao serviço como M-60A2, mas esta versão era tão complexa que acabou sendo abandonada quando em 1977 foi lançado o M-60A3.
Os Estados Unidos abandonaram o M-60 e substituiram-no pelo Abrams, mas grandes quantidades destes veículos continuaram ao serviço.
Versões mais recentes
Muito mais recentemente, o M-60 foi completamente modificado e apresentado quase como um novo tanque pela General Dynamics com o tanque 120S.
Também Israel que utilizou muitos destes carros de combate, desenvolveu o SABRA, outra versão muito modificada do M-60 que também foi vendida para para a Turquia. |
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