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Último navio da classe Inhaumá entregue à marinha brasileira



Brasil
Corveta classe
Inhaumá
(tipo Inhaumá)

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 1600 Ton
Deslocamento máx. : 1970 Ton.
Tipo de propulsão: CODOG - Turbina a gás ou motor a Diesel
Comprimento: 95.8 M - Largura: 11.4M
Calado: 3.7 M.
2 x Motor a Diesel MTU 12V956 TB-91 (7800cv/hp)
1 x Turbina a Gás General Electric LM2500 (27000cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 115 Autonomia: 7400Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 29 nós

Canhões / armamento principal
1 x Vickers Defence 114mm Vickers Mk 8 mod.0 (Calibre: 114mm/Alcance: 22Km)
2 x Bofors / BAE Systems 40mm /L70 Mod.1958 (1 x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12Km)

Misseis
Sistema de lançamento MM40L4 x MBDA EXOCET MM-40 Block I (Anti-navio)

Torpedos

Radares
- RACAL-DECCA TM-1226 (Navegação - Al.med: 27Km)
- SELEX Sistemi RTN-10X / SPG-70 (Director de tiro - Al.med: 24Km)
- Plessey AWS-4 (Pesquisa aérea - Al.med: 81Km)

Sonares
- Atlas Elektronik GmbH DSQS-21 / Pesquisa activa/passiva

Aeronaves embarcadas
- 1 x Agusta-Westland Navy Lynx HAS-8


Forum de discussão


As corvetas da classe Inhaumá, foram desenhadas por engenheiros navais brasileiros (Directoría de Engenharia Naval) com o apoio da firma alemã de projectos navais MARINE TECHNIK, e o primeiro contracto para a sua construção (2 unidades) foi assinado em Outubro de 1981, tendo o segundo par, sido encomendado quatro meses mais tarde. O plano inicial de construção prevía a medio/longo prazo, a construção de 16 (dezasseis) unidades, que substituiríam a velha classe de corvetas "Imperial Marinheiro". O numero foi sendo reduzido, primeiro para 12, e posteriormente o seu número ficou reduzido ás actuais quatro unidades, ao mesmo tempo que as covetas "Imperial Marinheiro" íam vendo a sua vida útil extendida. Foi entretanto feito um estudo para a construção de uma versão melhorada da classe Inhaumá, chamada classe Barroso.

As Inhaumá, são também, uma resposta á construção pela Argentina das seis corvetas MEKO-140 da classe Espora, construidas na Argentina nos estaleiros AFNE, Rio Santiago e com armamento similar, embora em vez de um canhão de 114mm e dois de 40mm, tenham um de 76mm e quatro de 40mm e não tenham hangar, além de serem ligeiramente menores (1790 Ton de deslocamento máximo).

A nova classe, Barroso (ficha em separado), foi pensada, com o objectivo de resolver problemas entretanto encontrados com a estabilidade das Inhaumá, que transportam uma das maiores peças de artilharia a bordo de um navio com menos de 2.000 toneladas de deslocamento. A importância do projecto da Inhaumá e da futura classe Barroso, foi e é muito grande para a marinha brasileira, porque lhe dá um considerável respaldo técnico que lhe poderá permitir desenvolver futuramente outros projectos mais ambiciosos.


Informação genérica:
Classe de corvetas da marinha do Brasil que se divide em duas sub classes. As primeiras quatro da classe Inhaumá propriamente ditas e a segunda classe de apenas um navio.

Os navios, desenhados no Brasil com o apoio dos britânicos apresentam problemas complicados de navegabilidade.

Com más condições de mar os navios, apresentam mau comportamento, com a proa a «meter» demasiada água.

O navio Barroso, foi alterado propositadamente para tentar ultrapassar esses problemas, mas os custos de construção destas corvetas, que são na realidade pequenas fragatas tornou-se demasiado elevado.

A classe Inhaumá, com todos os equipamentos electrónicos, deixou na prática de ser uma corveta para ser uma pequena fragata, estando em termos de equipamentos muito próximo das suas "irmãs" maiores da classe Niterói, depois da modernização.

Esta classe é quase tão cara de operar quanto as fragatas de maiores dimensões sem as vantagens de um casco maior.

Os navios previstos para a segunda versão foram cancelados e não deverão ser construidas mais unidades.