Sociedade / Política


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Situação síria agrava-se
Regime de Assad, continua processo de massacres
14.06.2011


No meio de acusações de que o regime está a levar a cabo uma politica de terra queimada no norte da Síria, o numero oficial de refugiados que atravessaram a fronteira da Síria para a Turquia ascende já a 7,000. O numero aumentou para o dobro desde o passado Sábado, altura em que estavam contabilizados pouco mais de 3,000 refugiados, estabelecendo a média superior a 1,000 refugiados por dia.
O numero real de refugiados é no entanto muito maior. Parte dos refugiados está ainda do lado Sírio, onde não existe qualquer sistema de apoio e os refugiados estão a passar fome e à chuva.

Do lado turco da fronteira, as condições são melhores, mas o numero de refugiados oficial deverá ser bastante inferior ao real. No Sábado estimava-se que o numero real de refugiados tivesse ultrapassado os 10,000, contanto com pessoas que estão em casa de familiares que vivem na Turquia.

Os turcos afirmam que a situação é temporária e têm organizado vários campos de refugiados, mas jornalistas na região, entrevistaram os refugiados e confirmaram que eles estão aterrorizados com o que lhes pode acontecer se voltarem. Por isso não estão a pensar voltar para a Síria até que o governo de Bashar Al Assad seja removido do poder.

Os militares sírios têm prendido centenas de cidadãos em áreas do noroeste da Síria, a leste da cidade de Jizr Ash-Shukur, que se tinha rebelado durante a passada semana.
Para retomar a cidade o governo socialista de Bashar Al Assad enviou uma força militar pesada, composta por carros de combate T-55 e viaturas de combate de infantaria BMP-2, que foram vistas em carretas de transporte no Domingo.

Na imagem, acampamentos provisórios do lado sírio da fronteira. A população está preparada para fugir para a Turquia se militares se aproximarem.
Relatos de populares nesta Terça-feira afirmam que as tropas do regime se dirigem agora para a pequena cidade de Marat An Numan, onde também ocorreram revoltas contra o governo do Partido Socialista Bahas.

Está também confirmado que o regime também utilizou helicópteros de ataque, armados com foguetes, com capacidade para destruir alvos pouco protegidos. Este tipo de arma é especialmente eficaz em ataques contra concentrações de pessoas.

As operações militares tiveram como explicação um muito mal contado incidente em que a população foi acusada de ter assassinado militares. Aparentemente os mortos ocorreram na sequência de combates entre militares fiéis ao regime e outros que se revoltaram, recusando disparar contra a população. A televisão oficial afirmou que os recontros tinham sido entre militares e bandos armados.


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