Estátua homenageia Colombo na vila de Cuba
Localidade alentejana reclama Colombo como seu natural
03.10.2006
Numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Cuba, da Fundação
Alentejo-TerraMãe e do Núcleo de Amigos da Cuba, no próximo dia 28 de
Outubro de 2006, pelas 11,00h será descerrada na Cuba a estátua de
«Cristóvão Colon» - Descobridor das Américas.
A estátua vai ficar colocada no principal largo no centro da vila (Largo do Tribunal), que também tomará nome do navegador. Este momento histórico é possível graças ao Presidente da Fundação
Alentejo-TerraMãe, Dr. José Flamínio Roza, que se interessou e entusiasmou pelo tema e pela tese da nacionalidade portuguesa e naturalidade alentejana do descobridor, oferecendo à Cuba, ao Alentejo e a Portugal uma magnífica escultura executada por mestre Alberto Trindade.
Em 28 de Outubro de 1492, comemora-se a descoberta da ilha de Cuba, dado que depois de ter chegado às primeiras Antilhas alguns dias antes, `Cristóvão Colon` descobriu a ilha à qual deu o nome pela qual é conhecida, e cuja significação em português antigo “Colba” significa torre.
No aniversário da descoberta da ilha de Cuba, o município de Cuba e o Alentejo celebram o descobridor na terra que sustentam ser a da sua origem.
As inscrições no pedestal salientam a ligação do navegador ao Alentejo e a Cuba, apontando para a verdade histórica da sua efectiva identidade.
A tese da origem portuguesa de Cristovão Colombo - ou na sua grafia correcta segundo aqueles que estudaram o tema “Cristovão Colon” - tem vindo a ganhar adeptos, e baseia-se na análise de vários documentos históricos, nomeadamente produzidos pelo próprio Vaticano onde o nome do descobridor é escrito numa forma portuguesa e não italiana ou castelhana. Colon, nunca falou em nenhum dialecto italiano, e a língua em que sempre se exprimiu correctamente foi o português. A primeira referência a Colombo coloca-o em Portugal, em Porto Santo, terra que curiosamente tem ligações à vila de Cuba. Quando vem da América, passa primeiro por Portugal, onde em vez de tentar obter agua e víveres, percorre vários quilómetros para se encontrar com o Rei, que nem se encontrava na capital.
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