Força Aérea


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Superioridade do F-35 é inquestionável !
Afirma Força Aérea dos E.U.A. depois de análises comparativas
20.09.2008


Em declarações à imprensa, o general Charles Davis, responsável executivo pelo programa F-35, afirmou que o futuro caça F-35 que está presentemente em testes, será superior a qualquer caça que esteja presentemente ao serviço ou sendo oferecido no mercado internacional.

O responsável americano, afirmou que a Força Aérea dos Estados Unidos efetuou comparações rigorosas, utilizando modelos de «engajamento» utilizados pelas forças aéreas de países aliados para fazer comparações e simulações de cenários de combate.
Os resultados de todas as análises realizadas, não deixou espaço para qualquer dúvida:
O F-35 é muito superior a qualquer caça moderno que esteja presentemente no mercado.

Segundo a mesma fonte, as comparações foram realizadas com caças de várias origens, desde os caças franceses Rafale, europeus Typhoon-II, até aos caças russos Su-35. Relativamente a este último, a diferença foi muito mais siginificativa, na relação entre aeronaves engajadas e perdas em combate. O F-35 é pelo menos cinco vezes mais eficiente que o caça russo, resultando da análise, que um recontro entre aeronaves destes dois tipos, numa situação de combate real, seriam necessários cinco Su-35 por cada F-35 utilizado para atingir uma situação de «empate». Não foram revelados números relativamente às outras aeronaves, mas a comparação com os caças europeus mais recentes não terá sido tão favorável.

A este propósito também foi referido que recentes relatórios sobre combates simulados efetuados no Hawaii, em que o F-35 teria sido derrotado pelo Su-35 não correspondem à verdade.
- «Os relatórios são completamente falsos e conduzem a conclusões completamente erradas, não tendo qualquer fundamento em fatos», disse o general, que adiantou ainda que em Agosto, durante os Jogos de Guerra «Pacific Vision» nem sequer foram analisadas as performances do F-35 em combate ar-ar, pelo que não poderia ter saído desses jogos de guerra qualquer conclusão desfavorável à aeronave.

O responsável militar norte-americano contestou ainda afirmações dos analistas Winston Wheeles e Pierre Sprey recentemente divulgadas, afirmando que era claro que os analistas não entenderam sequer os objectivos do programa F-35 e o que ele se propõe fazer.

As análises às características da aeronave norte-americana mostram que se trata de uma aeronave com características «Stealth», que reduzem muito a «assinatura de radar» do avião.
O F-35 não é invisível ao radar, mas aparece como apenas um pequeno ponto dificilmente identificável e utiliza técnicas para confundir os radares, evitando ser identificado mesmo voando a alta velocidade.

O F-35 tem capacidade para em condições de combate reais, defrontar qualquer aeronave presentemente ao serviço, e destrui-la utilizando os seus armamentos e sensores, antes que a aeronave inimiga consiga detetar a presença do F-35.
Contribuem para isto a capacidade de «supercruise» - que permite atingir velocidades supersónicas sem utilizar a pos-combustão (que torna o avião muito mais vulnerável e visivel) – e a acomodação dos armamentos em casulos que ficam dentro do avião, não aparecendo no exterior, ajudando a reduzir a assinatura no radar.

Embora seja um monomotor, o F-35 tem o motor mais potente instalado num caça de combate.

Custos
O general norte-americano referiu-se apenas às questões técnicas e operacionais e não às dúvidas que presentemente se levantam relativamente aos custos do F-35. Se inicialmente se previa que o custo unitário de cada aeronave ficasse por volta de 60 milhões de dólares, o aumento dos custos é tido como inevitável, e poderá aumentar mais, dependendo da metodologia a aplicar para efetuar os cálculos.

Possibilidade de proposta ao Brasil
Vários rumores chegaram a colocar o F-35 na lista dos possíveis candidatos a caça da Força Aérea Brasileira, no entanto, a Lockeed Martin revelou recentemente que as exigências brasileiras relativamente ao conhecimento da aeronave, dos sistemas e do armamento, e do software utilizado, tornavam inviável propor a aeronave para a FAB.


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