Marinha


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Anunciado novo porta-aviões norte-americano
CVN-79 será o segundo navio da classe Gerald Ford
16.01.2009


Um contrato estabelecido entre o departamento de defesa dos Estados Unidos e a Northrop Grumman (proprietária dos estaleiros Newport News), começou a dar forma àquele que será o segundo porta-aviões da classe Gerald Ford CVN-79.

A assinatura do contrato inicial para o segundo navio do tipo, ocorre apenas alguns dias depois de ter sido entregue à marinha dos Estados Unidos o último dos super porta-aviões da classe Nimitz, que foi baptizado USS George H.Bush (em homenagem ao Pai do actual presidente norte-americano).

Os trabalhos de preparação no estaleiro de Newport News deverão estar terminados no final de 2010, a construção do navio poderá ocorrer dois anos após estas operações, em 2012.

Já em Setembro de 2008, foi atribuída a verba de 5.100 milhões de dólares americanos para a construção do primeiro navio da classe Gerald Ford (CVN-78) cuja construção efectiva já tinha na prática começado em 2005 e que deverá ser lançado em 2012. A sua entrega à marinha dos Estados Unidos está prevista para 2015. O segundo navio da classe, cujos trabalhos iniciais foram agora autorizados, ter a sua construção iniciada em 2012 e a sua conclusão terminada em 2018.

Embora inspirados na configuração dos navios Nimitz, os Gerald Ford são navios bastante diferentes e introduzem um numero de modificações e sistemas que os transformam numa classe completamente diferente.

Os navios caracterizam-se pela posição muito recuada da ponte de comando, e pela introdução de propulsão eléctrica. Isto quer dizer que os reactores nucleares produzirão energia para uma central eléctrica e alimentarão motores eléctricos em vez de aquecerem água para alimentar caldeiras a vapor de alta pressão.

Provavelmente mais revolucionário será o sistema de lançamento de aeronaves, que disporá de catapultas magnéticas. Este sistema, que se baseia na mesma tecnologia dos carris magnéticos que locomovem sistemas de transporte como o Mag-Lev alemão, será mais fiável, e menos sujeito a problemas mecânicos e será independente da necessidade de produzir vapor.

Os porta-aviões da classe também disporão de novos radares e sensores, e estarão em condições de lançar, comandar à distância e recolher veículos aéreos não tripulados.
Este tipo de aeronave não tripulada com capacidade de ataque, já está sendo testado há alguns anos pela marinha dos Estados Unidos.
As missões de CAP (Combat Air Patrol) que em situação de conflito constituem uma das maiores dores de cabeça (por causa da sua coordenação com missões de ataque), serão assim entregues aos aviões não tripulados, que se manterão em volta de um grupo de batalha, podendo pairar no ar durante três dias, até serem substituídos.


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