Marinha


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Coreia do Sul prepara resposta em caso de guerra
Ataque contra bases navais, faz parte dos planos de retaliação
08.06.2009


Em reunião entre as autoridades militares da Coreia do Sul e o presidente daquele país, este último foi informado sobre o tipo de acções que a o exército sul coreano poderá tomar em caso de reactivação dos confrontos na fronteira com a Coreia do Norte.

Segundo fontes do ministério da defesa da Coreia do Sul, existem planos para um contra-ataque, no caso de a Coreia do Norte efectuar qualquer disparo contra navios da marinha sul coreana.
A análise sul coreana considera que um possível conflito com a Coreia do Norte poderá ter lugar no mar, onde já ocorreram vários confrontos nos últimos anos, com navios dos dois países a entrar em confronto directo.

As afirmações de que existirá uma resposta imediata por parte da Coreia do Sul, parecem servir como aviso para o governo da Coreia do Norte, que entrou numa espiral de confrontação, ameaçando com a retoma das operações militares no caso de as Nações Unidas não retirarem a condenação de que a Coreia do Norte foi alvo, após ter voltado a efectuar testes nucleares não autorizados.

A acreditar nas intenções das autoridades da Coreia do Sul, no caso de serem efectuados ataques contra os seus meios navais, a resposta seria combinada e implicaria a utilização de mísseis de cruzeiro e aeronaves F-15 para ataque. Isto implica em principio, a determinação sul coreana de atacar as bases navais da Coreia do Norte, como a base logística de Namp´o que fica a cerca de 130km da fronteira, no mar amarelo.

A marinha, é provavelmente o ramo onde a diferença entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte é mais visível, com os sul coreanos a disporem de unidades navais de grande porte, quando a Coreia do Sul se limita a possuir lanchas de ataque equipadas com mísseis anti-navio relativamente obsoletos.

A marinha norte-coreana conta com duas fragatas e três corvetas completamente ultrapassadas. As corvetas, por exemplo, utilizam como armamento principal uma torre de carro de combate T-34 de calibre 85mm e dispõem apenas de um radar de navegação.
Mais importante é a sua força de submarinos, que efectivamente podem provocar problemas, como os vinte micro-submarinos tripulados por quatro homens, com capacidade para a colocação de minas e mais uma trintena de mini-submarinos com uma tripulação de 19 e com capacidade para disparar dois ou quatro torpedos.

À superfície a Coreia do Norte conta com uma frota avaliada em quatro centenas de embarcações ligeiras, das quais um pouco mais de uma centena está equipada com mísseis anti-navio do tipo Styx, ou derivados, contra os quais no entanto, os meios tecnológicos ao dispor da marinha da Coreia do Sul podem responder com alguma facilidade, embora a possibilidade de um, pequeno numero de navios levar a cabo missões suicidas seja sempre de considerar.

A marinha da Coreia do Sul, conta, além dos grandes navios de superfície, com cerca de quarenta corvetas e pequenas fragatas fortemente armadas e quase uma centena de patrulhas, ambos os tipos de navios armados com canhões navais de 76mm e mísseis Harpoon.

Na passada semana, a marinha da Coreia do Sul despachou para a área norte das suas águas territoriais uma lancha de patrulha, com o intuito de escrutinar os exercícios de desembarque que a Correia do Norte realizou a poucos quilómetros das águas da Coreia do Sul e que segundo relatórios não confirmados se realizavam numa zona disputada, e numa área onde já ocorreram violentos combates entre patrulhas dos dois países, que resultaram no afundamento de lanchas da Coreia do Norte.

Nesses confrontos, em que apenas foram disparados tiros de canhão, o poder dos canhões navais de 76mm dos navios sul coreanos, mostrou ser muito superior aos canhões adaptados de carros de combate (85mm) utilizados por vários navios norte-coreanos. Pelo menos um navio norte-coreano foi afundado pelos navios da Coreia do Sul.

O governo norte-coreano porém, ameaçou com um reatar do conflito em território da própria Coreia do Sul e não com operações militares.
O país passa por uma crise politica que está relacionada com a possibilidade de sucessão do actual líder Kim Jong Il (O querido líder), que sucedeu ao seu pai, Kim Ik Sung (O grande líder).
Segundo informações disponíveis no ocidente sobre a questão da sucessão, o actual líder da Coreia do Norte, terá indicado o seu próprio filho para lhe suceder, no que seria uma sucessão dinástica de três gerações.


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