Força Aérea


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Força Aérea Brasileira vai de A-DARTER
Brasil participa com € 43 milhões para desenvolvimento do novo missil
27.01.2006


A Força Aérea Brasileira, oficializou a sua participação no desenvolvimento do míssil ar-ar de 5ª geração A-DARTER da empresa sul-africana DENEL. Segundo noticias oficiais, o Brasil assegurou para o projecto um total de 52 milhões de Dólares (aproximadamente € 43 milhões ou R$ 114 milhões).

O A-DARTER, que ainda está em fase de estudo, deverá ser um míssil de quinta geração do tipo “Fire and forget” (dispara e esquece) para luta entre aeronaves a curta distância.

Tem no entanto um alcance maior que os mísseis anteriores, pois deverá ter capacidade para atingir alvos, no limite do alcance visual.

Uma das principais características do míssil, será a sua capacidade de resistir a contramedidas.

Num míssil de quinta geração, o sistema de orientação está ligado a um dispositivo que permite identificar os contornos do alvo. Desta forma, o missil é imune a contramedidas como ‘flares’
Os actuais mísseis guiados por infravermelhos, atingem o seu alvo dirigindo-se a uma fonte de calor, no entanto existem possibilidades de enganar o míssil, através da libertação de “flares”, ou pequenos foguetes ou dispositivos geradores de calor, que enganam o míssil com o objectivo de o fazer explodir longe do alvo.

O A-DARTER, como um míssil de quinta geração, evita este problema, com um dispositivo mais eficaz de designação de alvos, que efectivamente se dirige a uma fonte de calor, mas tem capacidade para distinguir um avião de um “flare” ou engodo, sendo portanto imune às actuais contramedidas.

A participação neste projecto, poderá finalmente permitir ao Brasil partir para a localização do fabrico deste tipo de arma, depois de demasiados avanços, recuos e atrasos no fabrico e desenvolvimento do míssil Piranha.

Considerando as necessidades, este tipo de equipamento deverá ser adaptado para utilização nos actuais F-5 modernizados (F5BR) e também nos futuros Mirage-2000, ou outra qualquer aeronave de combate que no futuro venha a ser adquirida. Entre as outras aeronaves que poderão ser equipadas com este tipo de arma, encontra-se também o Skyhawk da Marinha do Brasil.


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